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Berichte aus dem Institut für Meereskunde an der - OceanRep

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Berichte
aus dem
Institut für Meereskunde
an der
Christian-Albrechts-Universität
♦Kiel
Nr. 178
B E S T I M M U N G S S C H L Ü S S E L
für
F
I
S
C
H
L
A
R
V
E
N
der Nordsee
und angrenzender Gebiete
von
Hans-U ilh elm Halbeisen t
In der Überarbe itu ng von
Uol fgan g Schöfer
1988
K o p i e n dieser Arbeit können bezogen we rd en von:
Insti tut für Meereskunde
Abt. F i s c h e r e i b i o l o g i e
O ü s t e r n b r o o k e r Ueg 20
2300
Kiel
1
ISSN 0341-8561
Vorwort
Der vorl ieg ende B e s t i m m u n g s s c h l ü s s e l
für die häuf i g s t e n Fischlai—
ven im Plankton des n o r d ö s t l i c h e n A t l a n t i k u n d
Nord- und Ost see e n t s t a n d
seiner Nebenmeere
i m Rahm en einer w i s s e n s c h a f t l i c h e n
Arbeit mit ö k o l o g i s c h e r F r a g e s t e l l u n g . H a n s - U i l h e l m Halbeisen war
F i s c hereibiologe und e i g e n t l i c h kein Taxonom.
Fragen der V e r t e i l u n g v o n F i s c h b r u t
Er befaßte sich mit
und a n d e r e m Plankton im Meer.
Er wollte wissen, w e l c h e U r s a c h e n V e r t e i l u n g s s t r u k t u r e n des
Planktons haben und ob die
ihnen z ugrunde l i e g e n d e n Ge setzmäßig­
keiten Hinw e i s e über den V e r l a u f von R e k r u t i e r u n g s p r o z e s s e n von
F i s chbeständen geben.
Uie jeder e r n s t h a f t e Ö k o l o g e k a nnte H.-U. H a l b e i s e n die Bedeutung
der korrekten Z u o r d n u n g v o n
T axa für das S t u d i u m von Lebensg e­
me insc haften und d e r e n F u n k t i o n .
Die Vielzahl
besonders das m a r i n e P l a n k t o n a ufweist,
keiner Ueise. Dafür wa r er
viel
der Formen, die
s c h r e c k t e ihn dabei in
zu sehr ein B i o l o g e , der sich
bewußt war, daß P r o z e s s e v o n L e b e n s a b l ä u f e n n i c h t beschrieben
werden können, ohne daß z u e r s t
die F o r m e n des Lebe ns bekannt
sind. Ihre B e t r a c h t u n g b e r e i t e t e
ihm a u ß e r d e m ästhet isc he Freude
und Genugtuung.
Die V e r bindung di eser E i g e n s c h a f t mit ei ner g u t e n Beobachtungs­
gabe und z e i c h n e r i s c h e m T a l e n t war die r i c h t i g e Voraussetzung für
eine intensive B e s c h ä f t i g u n g mit der s c h w i e r i g e n taxonomischen
Frage nach der f e h l e r f r e i e n
und s c h n e l l e n K l a s s i f i z i e r u n g von
Fischlarven. Eine L ö s u n g d i e s e s P r o b l e m s s o l l t e auch helfen, in
b i o l o g i s c h - m e e r e s k u n d l i c h e n oder f i s c h e r e i b i o l o g i s c h e n Praktika
jungen und noch u n e r f a h r e n e n S t u d e n t e n die B e s t i m m u n g von F i s c h ­
brut zu erle ich ter n.
In der Regel st ehen d e m S t u d e n t e n für t a x o n o m i s c h e s Arbeiten
Bestimm u n g s s c h l ü s s e l
zur V e r f ü g u n g ,
deren p r i n z i p i e l l e r Aufbau
meist schon aus den e r s t e n S e m e s t e r n bek ann t ist. Für Fischbrut
gab es einen s o l c h e n S c h l ü s s e l b i s l a n g nich t, obwohl die Larv e n ­
stadien der m e i s t e n F i s c h a r t e n
Jahren b e s c h r i e b e n w o r d e n
sind.
in N o r d - und O s t s e e schon vor 80
Der G r u n d für diese Lücke ist,
daß die Larven jeder F i s c h a r t w ä h re nd ihrer O n t o g e n e s e kein
konstantes E r s c h e i n u n g s b i l d
haben.
fisch mit allen t a x o n o m i s c h
rel e v a n t e n M e r k m a l e n des adulten
Stadiums vollzie ht sich g r a d u e l l ;
Ihre M e t a m o r p h o s e zum Jung­
dadurch e r s c h w e r t sich die
Konstru kti on eines B e s t i m m u n g s s c h l ü s s e l s ganz er heblich.
Daß dieses jedoch p r i n z i p i e l l
mögl i c h sein muß,
ließen frühere
Ar beiten vermuten, als w i r
versuchten,
für das biologisch -me ere s-
kundliche G r o ß p r a k t i k u m a m
I n s t i t u t für M e e r e s k u n d e Kiel einen
Schlüssel zur I d e n t i f i z i e r u n g der häufigs ten ,
in der westlichen
Ostsee a u f t r e t e n d e n A r t e n v o n F i s c h l a r v e n zu ent werfen. Diese
ersten Versuche w a r e n A n l a ß
für mich, H a n s - U i l h e l m Halbeisen zu
ermutigen, ein auf e i n e m s y s t e m a t i s c h e n S c h l ü s s e l beruhendes
Best imm ungswerk für eine V i e l z a h l von F i s c h l a r v e n zu schaffen.
Ich tat das, weil o f f e n s i c h t l i c h war, wie i n t e n s i v und mit
welcher Freude und I n t e n s i t ä t H.-U. H a l b e i s e n s i c h im Rahmen
seiner Dipl omarbeit über d i e r ä u m l i c h e und z e i t l i c h e Planktonund I c h t h y o p l a n k t o n v e r t e i 1 u n g
in den G e w ä s s e r n w e s t l i c h der
Br itischen Inseln mit den E r s c h e i n u n g s f o r m e n d e r dort sehr
arten rei che n F i s c h l a r v e n f a u n a b e s chäftigt h a t t e .
Er entwick elt e d a r a u f h i n
im
V e r l a u f von m e h r e r e n Jahren versc hie­
dene Vers ionen s e ines B e s t i m m u n g s s c h l ü s s e l s ,
i n d e m er dessen
Aufbau immer w i eder v e r ä n d e r t e und das Mate r i a l , auf dem seine
Arbeit zunächst basi e r t e ,
d u r c h w e i t e r e T a x a e r g ä n z t e . Diese fand
er bei der A u s w e r t u n g von P r o b e n ,
die er für s e i n e Promo tio ns­
arbeit gesammelt hatte. D a r i n w o l l t e er den E i n f l u ß der stark
strukturi erte n T o p o g r a p h i e
des M e e r e s b o d e n s u n d der wechselhaften
Hydr ographie im G e b i e t der
K e l t i s c h e n See auf d a s Vorkommen und
die Häu fig kei t von P l a n k t o n o r g a n i s m e n u n t e r s u c h e n .
Mehrere Male hat H.-U. H a l b e i s e n zusa m m e n mit u n s die vers chi e­
denen Sta die n s e ines B e s t i m m u n g s s c h l ü s s e l s mit
g r o ß e m Nutzen in
Praktika des I n s i t u t s für M e e r e s k u n d e Kiel g e s t e s t e t , was zu
weite ren V e r b e s s e r u n g e n f ü h r t e .
Eine letzte Ü b e r a r b e i t u n g
f ü r die P u b l i k a t i o n w o l l t e er auf dem
Fo r s c h u n g s s c h i f f M E T E O R w ä h r e n d seiner B e t e i l i g u n g an der Expe­
dition in den I n d i s c h e n O z e a n
im Sommer 1987 v o r n e h m e n . Dazu ist
es nicht gekommen. U e n i g e S t u n d e n bevor die M E T E O R von Dschibuti
aus ins U n t e r s u c h u n g s g e b i e t
a u s l a u f e n sollte,
Halbeisen am Tag sein er A n k u n f t
fiel Hans-Uilhelm
in der o s t a f r i k a n i s c h e n Hafen­
stadt dem u n g ezielten B o m b e n a t t e n t a t eines F a n a t i k e r s zum Opfer.
Er und drei weitere j unge K o m m i l i t o n e n der F i s c h e r e i b i o l o g i e
verloren dabei ihr Lebe n.
Seine mit gro ßem E i n s a t z u n d
A r b e i t s a u f w a n d b e g o n n e n e Doktorai—
beit, an der H.-U. H a l b e i s e n
bis zuletzt a r b e i t e t e , wird kaum
jemand zu Ende führen k ö n n e n .
seines B e s t i m m u n g s s c h l ü s s e l s
Die a b s c h l i e ß e n d e Ü b e r a r beit ung
aber war mö glich. M ö g l i c h deswegen,
weil insb eson der e sein F r e u n d
Dipl.Biol. Dr. U o l f g a n g Schöfer
sich der Hera u s g a b e e n g a g i e r t
a n g e n o m m e n hat. Er wurde untei—
stützt von seinen K o m m i l i t o n e n Di pl.Biol. R a i n e r Fröse, und
beraten von den D i p l o m b i o l o g e n Andr e a s Roepke u n d Petra UesthausEkau. Ihm und den a n d e r e n F r e u n d e n von H a n s - U i l h e l m Halbeisen
gebührt Dank dafür, nicht n u r ,
ein für f i s c h e r e i b i o l o g i s c h e
nützliches Uerk auf den U e g
weil sie dazu b e i g e t r a g e n haben,
F e l d a r b e i t e n sehr h i l f r e i c h e s und
z u bringen, s o n d e r n au ch, weil sie
damit eine b leibende E r i n n e r u n g an unse ren K o l l e g e n Hans-Uilhelm
Halbeisen schufen, der ein b e g e i s t e r t e r M e e r e s f o r s c h e r und
Fischereibio loge war.
Hamburg, Fe bruar 1988
Prof . Dr . U. Nellen
Anmerkung des B e a r b e i t e r s
Der vor lie gen de B e s t i m m u n g s s c h l ü s s e l
vorläufig letzten B e a r b e i t u n g ,
Als Freund und K o l l e g e ,
der
stand kurz vo r seiner
als Hans-Uli 1 he 1m H a l b e i s e n starb.
s i c h häufig in e r f r i s c h e n d e r O f f e n ­
heit mit ihm über u i s s e n s c h a f 1 1 iche Fr agen s t r e i t e n konnte, ist
mir die Aufgabe z u g e f a l l e n ,
Ab weichend zu seiner
s e i n Uerk h e r a u s z u g e b e n .
letzten
F ass u n g habe ich n a c h Erprobung in
Praktika in Kiel und H a m b u r g
Betreuer einen z u s ä t z l i c h e n
auf Anre g u n g der S t u d e n t e n und
P i g m e n t i e r u n g s t y p eing e f ü g t .
Bei der S ichtung ä l t e r e r P l a n k t o n k o l l e k t i o n e n h a b e ich einige
Arten gefunden, die Haui - s o
nan nten wir ihn a l s Freund - nicht
anhand eigener F änge b e s c h r e i b e n konnte und d a h e r aus dem Buch
von RÜSSEL (1976) ü b e r n a h m .
durch eigene ers etze n,
I c h habe diese A b b i l d u n g e n zum Teil
in e i n i g e n Fäll en das G r ö ß e n s p e k t r u m
ergänzen können.
Ich bin sicher,
in H a u i s S i n n e gehand elt zu h a b e n , als ich das
Arte n s p e k t r u m um die im I c h t hyopl ankto n der O s t s e e häufigen
Sygn ath ide n sowie eine im S h et 1a n d - O r k n e y - G e b i e t
häufige bathy-
pelagische Art e r w e i t e r t e .
Der v o r l iegend e B e s t i m m u n g s s c h l ü s s e l
von Rainer Fröse e n t w i c k e l t e s ,
Id enti f i z i e r u n g s s y s t e m ,
das
war die G r u n d l a g e für ein
C o m p u t e r - g e s t ü t z t e s englisches
a u f der J a h r e s t a g u n g
nalen Rates für M e e r e s f o r s c h u n g
(ICES)
des Internatio-
1987 g r o ß e n Anklang fand
und weite i n t e r n a t i o n a l e V e r b r e i t u n g finden w i r d .
Die v o r liegend e d e u t s c h e g e d r u c k t e Vers i o n ist b e r e i t s heute
nicht mehr aus dem A l l t a g d e r mit F i s c h l a r v e n b e f a ß t e n Studenten
und W i s s e n s c h a f t l e r u e g z u d e n k e n .
Kiel,
im Fe bruar 1988
Dr.
U. Schofer
Inhal tsverzeichnis
Seite
Vorwort
Anmerkungen des B e a r b e i t e r s
i
iv
Vo rbemerkung
2
Hinweise für den G e b r a u c h d e s Schl ü s s e l s
3
Best immungsschlüssel
Textteil
Abbi ldungsteil
7
43
Literaturverzeichnis
74
Verzeichnis der A rten
74
Vorbe mer kun gen
Das Bestimmen von F i s c h l a r v e n unterliegt d i v e r s e n Schw i e r i g ­
keiten. So ändern sich im V e r l a u f der E n t w i c k l u n g der Larve
Bestimmun gsme rkm ale ; i n s b e s o n d e r e die P i g m e n t i e r u n g kann bei
kleinen Larven d e r s e l b e n Ar t v ö l l i g von g r ö ß e r e n E x e mp laren
differieren.
Weiterhin werden die L a r v e n z u m Teil erh ebli ch d u r c h den Fang
beschädigt oder v e r f o r m t , w o d u r c h das E r s c h e i n u n g s b i l d stark
verändert werde n kann.
Auch die Fixierung,
die im al 1 gemeine n durch F o r m o l
ändert das Aussehen der L a r v e n .
erfolgt,
So tritt z.B. e i n e Schrumpfung
um bis zu 10% ein und a l l e P i g m e n t e bis auf b r a u n e und schwarze
werden zerstört. Die sich d a r a u s ergeb end en S c h w i e r i g k e i t e n
wurden, soweit möglic h, bei d e r Ers t e l l u n g des S c h l ü s s e l s berück­
sichtigt, jedoch m ü s s e n f o l g e n d e E i n s c h r ä n k u n g e n gemacht werden:
1. D o t t e r s a c k 1arven w e r d e n n i c h t erfaßt, das b e d e u t e t für die
Praxis, daß die L a r v e n im M i t t e l größer als 4 - 5 mm sein
müssen.
2. Zur B e s timmung w e r d e n nur
b r a u n e und s c h w a r z e
Pi gmente (Mela-
nophoren) benutzt.
3. Die Larve muß r e l a t i v u n b e s c h ä d i g t sein, d.h.
Darm sollen in der o r i g i n a l e n Form v o rliegen.
4. Bei sehr ähn lichen A r t e n ,
Kopf, Körper und
w i e z.B. die der F a m i l i e n Qabiisiae
und önHDQdj'tidafi* ist die B e s t i m m u n g nur bis z u r Familie
m ö g 1 ich.
Absch lie ßen d möchte ich n o c h b e m e r k e n , daß Fehl b e s t immungen nicht
ausge sch los sen w e rden k ö n n e n o d e r in man chen F ä l l e n Zweifel
bleiben. Jedo ch hoffe ich, d a ß dieser Sc hlüssel zumi n d e s t den
Blick für B e s t i m m u n g s m e r k m a l e sc härft und somit A n f ä n g e r n einen
Einstieg in die H a t e r i e v e r s c h a f f t .
Hinweise für den Gebrauch des Schlüssels
Dieser Schlüssel arbeitet zum größten Teil nach dem binären
ja/ nein -Pr inz ip♦ Die verwendete Nomenklatur kann den Abb. a-j
entnommen werden. Es werden jedoch einfache biologische Grund­
kenntnisse vorausgesetzt.
Entscheidend für den Einstieg in den Bestimmungsvorgang ist die
Schwanzpigmentierung. Als Schwanz wird hier der Körperteil vom
Anus bis zum Beginn des Urostyls bezeichnet (Abb. b). Falls sich
bei sehr kleinen Larven das Urostyl noch nicht nach oben gebogen
hat, wird als Schwanz 75fc der Strecke von Anus bis zum Ende der
Wirbelsäulen bezeichnet. Pigmente auf dem Pri m o r d i a l f 1ossensaum
des Schwanzes werden n i c h t zu den Schwanzpigmenten gezählt,
ebensowenig die Pigmente im Urostylbereich (s. Abb. a und b).
Es werden 8 grundsätzlich voneinander verschiedene Pigmentmuster
(Abt. I - VIII) aufgeführt, nach denen die Larven in ebenso viele
Abteilungen eingruppiert werden, dazu kommt eine 9. Abteilung für
langgestreckte, "aalförmige" Larven. Man beginnt mit der Be st im­
mung in der Abteilung, deren Pigmentmuster am ehesten mit dem der
vorliegenden Larve übereinstimmt. Anschließend führt ein binäres
Fragesystem bis zur Art (in einigen Fällen nur bis zur Gattung
oder F a m i 1i e ) .
Besondere Aufmerksamkeit ist den schlechter zu erkennenden
Merkmalen wie Zähnen, Dornen oder Flossenpigmentierungen zu
widmen. ZähQS sind oft nur nach öffnen des haules zur erkennen,
klfiiQS öslaOQßhQCSD erkennt man am besten auf einer weißen
Unterlage. ÖQßfr und QßfiCfiylacdflCDfiD erkennt man oft nur, wenn
die Larve von oben betrachtet wird oder mit einer Pinzette
gedreht wird, während der entsprechende Körperteil unter starker
Vergoßerung (50x> im Durchlicht betrachtet wird. Ob eine Pectoral- oder V e n t r a l f 1osse pigmentiert ist, erkennt man durch
Anheben der Flosse mit einer Nadel. Oft sind P e c t o r a l f 1ossen so
durchscheinend, daß Pigmente des Abdomens als Flossenpigmente
erscheinen. Die Bestimmung sollte anhand der beigefügten Zeich­
nungen überprüft werden. Falls das Ergebnis unwahrscheinlich
erscheint, sollte der Vorgang wiederholt werden. Eventuell führt
eine andere Abteilung zum Erfolg.
Abb. a: K ö r p e r s t r u k t u r e n
Ot oc y s t e n d o r n e n
K o p f d □r n e ri
S c h u l ter
Dorsal flö ss e
Orbi tal
dar rien
Dor sa 1- K o n t ur
C a u d a 1f 1osse
Ventral flo ss e \ P e r i t o n e u m
V e n I r a i - K o n t ur
P e c t o r a l f 1 osse
Abb. b: S c h u a n z b e r e i c h e
(schraffiert)
Abb. c: E i n g e u e i d e s a c k - und D a r m f o r m e n
D
dreieckig
gestreckt
schlauchförmig
Abb. d:
Caudal flossen-Ansatzformen
Lanzettförmiger
Caudal flossenansatz
Normal er
Caudalf 1ossenansatz
<a = jüngere Larven; b = ältere Larven)
a)
a)
b)
b)
Abb. e:
Larve mit einer typischen
Kaulquappenform
(Aufsicht)
Abb. f:
Kopfformen
konvexe Stirn
Abb. g;
fielanophoren
punktförmige
stellate
konkave Stirn
*
strichförmig
(Kontur)
s t e 11at auf
der Kontur
Leucht organe
(napf förmig)
Abb. h: S c h w i m m b 1a s e n f o r m e n
Abb. i: P i g m e n t i e r u n g d e s
flächi g
Peritoneums
mit R e i h e von
M e l a n o p h o r e n (-paaren)
A b b . -i : A u s b i l d u n g der p a a r i g e n F l o s s e n
Pect o r a l f 1os sen a u f f ä l l i g
V e n t r a l f 1ossen a u f f ä l l i g
Pigment iert
S t r a h l e n lang
ausgezogen (ggf.
P igment i e r t )
B a sis v e r w a c h s e n
(von ventral gesehen)
Beschreibung der Abteilungen I bis IX
Abt.
I:
Schwanz mit ein bis drei Paaren von Melanophoren(gruppen)
versehen, die sich dorso-ventral gegenüberstehen oder
dorso-ventrale Bänder bilden. Weitere Melanophoren können
vorhanden sein, jedoch keine Melanophoren-Reihe auf der
Laterallinie .................................................. Seite
Abt. II:
Schwanz überwiegend oder völlig Melanop h o r e n - f r e i . Keine
Melanophoren-Reihe, höchstens können einzelne Melanophoren(gruppen) vorhanden sein ..................................... Seite 13
Abt. III:
Schwanz mit Dorsal- und Ventralkontui—Melanophorenreihe sowie
einer Lateral-Melanophorenreihe (direkt auf der Seitenlinie)
versehen. Weitere Melanoph. können vorhanden sein ....... Seite 19
Abt. IV:
Schwanz an beiden Konturen mit Melanoph.-Reihen versehen.
Weitere Melanoph. können vorhanden sein, bilden jedoch keine
Reihe. Oie Seitenlinie ist pigmentfrei (wenigstens zum
größten Teil) .................................................. Seite 22
Abt. V:
Schwanz mit ventraler Kontur-Reihe und einer weiteren Reihe,
die entweder auf der Lateral 1inie, darüber oder darunter liegt.
Weitere Melanoph. können vorhanden sein, jedoch keine Dorsalkontur-Reihe ................ ................................... Seite 28
Abt. VI:
Schwanz mit einer Ventralkontui—Reihe, weitere Melanoph.
können vorhanden sein, jedoch nicht in Reihen angeordnet. Seite 29
Abt. VII:
Schwanz mit dorsaler, aber ohne ventrale Kontur-Melanoph.Reihej weitere Melanoph.(-reihen) können vorhanden sein . Seite 33
Abt. VIII:
Schwanz mit Melanophoren oder Melanophorengruppen übersät,
die kein charakteristisches Muster zeigen ................. Seite 34
Abt. IX:
Körper sehr langgestreckt, die Larve erscheint aal förmig. Seite 40
Abb. k: S c h u a n z p i g m e n t m u s ter der Abt. I-VIII
der Abt. IX
II
\
III
IV
V
\
VI
VII
VIII
IX
o
*
«
>>>»»>>»»»
I Al
ABTEILUNG
1
<<<<<<<<<<<<<<<
1) Larve mit makroskopisch deutlich zu erkennender
ovaler Schwimmblase; die Basen der V e n t r a l f 1ossen
können bei größeren Exemplaren verwachsen, die
Flossenstrahlen der Ventral flossen dann lang aus­
gezogen sein, Flossenstrahlen der zwei Dorsalflos­
sen bei den meisten Arten schon ab ca. 6 mm Länge
entwickelt .................... ........................
Qohiislae (Abb. 55-57)
2) Larve anders ............................................. A2
I A2
1) Schwanz mit 1 dorso-ventralen Pigmentgruppe(-band) . Bl
2) Schwanz mit 2 dorso-ventralen Pi gm.gruppen(-bändern) B2
3) Schwanz mit 3 dorso-ventralen Pigm.gruppen(-bändern) B3
I Bl
I B2
1) Urostylbereich ohne Pigment ........ ..................
CI
2) Urostylbereich pigmentiert ............................
C2
1) Larve mit 2 Pigmentbändern auf dem Schwanz, die
ventral von 3 weiteren deutlichen Melanoph.-Gruppen
flankiert werden; D armschlaufe......... ...............
Glyptocephalus cynoglossus (Abb. 97)
2) Larve anders .......................................... .
I B3
C3
1) Larve mit Darmschlaufe oder deutlich als Plattfisch
zu erkennen; größere Exemplare 0 1 2 mm) mit 1 bis 2
schwach ausgebildeten Melanoph.-Reihen auf den
Schwanzseiten; Beginn der Augenwanderung (Asymme­
trie) erst ab >20 mm ............... ...................
Hipppglossoides platessoides (Abb. 93)
2) Keine in Reihen angeordneten Melanoph. zu erkennen . C4
I Cl
1) Larve mit Darmschlaufe oder bereits deutlich als
Plattfisch zu erkennen, 1. Strahl der Dorsalflosse
antennenartig verlängert; kleine, pigmentierte
Schwimmblase (gelegentlich nur durch das Pigment zu
erkennen) .......................... ......................
2) Larve anders ........................................... .
Dl
D2
1) Lar ve mit g e s t i e l t e n Augen, die n a c h unten als
" A u g e n t r o p f e n " v e r l ä n g e r t sind . .......................
CteciQEhidas ( e v t l . M y c t o p h u m p u n c t a t u m ) (Abb. 10)
2) Larve a n d e r s ................................................
03
I C3
1) U r o s t y l b e r e i c h m i t Pigment .............................
2) U r o s t y l b e r e i c h o h n e Pigment ............................
D4
D5
I C4
1) Darm liegt
in e i n e r Schl a u f e im Eingeue i d e s a c k ..... D6
2) Darm g e s t r e c k t u n t e r dem Körp e r verlaufe nd, Darm­
dach mit e i n e r M e 1a n o p h . - R e i h e versehe n; in der
S c h u l t e r k o n t u r z u s ä t z l i c h zu den Melanoph. der dor­
salen S c h u a n z k o n t ur 2 w e i t e r e g r o ß e llelanoph.
v o r h a n d e n ........ ........................... ................
Labrus m i x t u s
I Dl
(Abb.
42)
1) Gr ößere E x e m p l a r e z u s ä t z l i c h mit do rsaler Konturhel anoph . - R e i h e ..................... ......... ............
Arnoglossus thör i
(Abb. 90)
2) G r ö ßere E x e m p l a r e z u s ä t z l i c h mit vent ra ler KonturHel anop h .-Re i he . ..........................................
Arnoglossus
I 02
1at e r na (Abb. 89)
1) Larv e hat in d e r
d o r s a l e n K ö r p e r k o n t u r nur 2 auf­
f älli ge l l e l a n o p h . , von denen eine über dem Anus
steht, die z w e i t e
den d o r s a l e n Teil
der dorso-
v e n t r a l e n S c h u a n z p i g m e n t i e r u n g bilde t
Cor is .iu 1 i s ( A b b . 43)
2) Lar ve g e d r u n g e n
.......... .
u n d h o c hrü ckig, S c h u a n z f 1ossenan-
satz l a n z e t t f ö r m i g mit fast g e r a d e m Urostyl
G a d i c u l u s a r g e n t e u s thori (Abb. 25)
I D3
...... .
1) Ventral fl o s s e n s e i t e n s t ä n d i g (s. Abb. j), bei gut
e rha l t e n e n E x e m p l a r e n kräf t i g pi gme ntie rt; Larve
ged rungen, S t i r n k o n v e x , d o r s o - v e n t r a l e Pig men t­
gruppe s t r e n g g e t r e n n t , nicht zum B a n d geschlossen .
Onos s p e c . (Abb. 31)
2) L a rve a n d e r s
................................................ El
1) Larve mit Darmschlaufe und deutlichem Pigment auf
dem Primordi alf 1ossensaum .............................. E2
2) Larve ohne Darmschlaufe ................................
I D5
E3
1) Larve ist größer als ca. 12 mm mit deutlich begin­
nender Asymmetrie (Plattfisch), auf der unteren
Schwanzseite eine relativ schwache Melanoph.-Reihe .
Limanda 1 imanda (Abb. 94)
2) Larve anders ........................................... .
1 06
E4
1) Bei Larven, <6 mm, sind die drei dorso-ventralen
Pigmentgruppen unregelmäßig ausgebildet; die
letzte Gruppe vor dem Urostylbereich ist größer
als die beiden ersten Gruppen. Bei Larven >8 mm sind
die Pigmentgruppen etwas von den Konturlinien
abgesetzt, Larve mit kleinen Operculardornen .......
Lepidorhombus bosci i (Abb. 88)
2) Pigmentgruppen sind regelmäßig angeordnet und an­
nähernd gleich groß, Urostylbereich pigmentiert ....
Hicrostomus kitt (Abb. 96)
I El
1) Die ersten Pigmente auf dem Schwanz hinter dem
Anus sind ventral orientiert, die Stirn ist eher
konvex ......... ............ .............................
Brosme brosme (Abb. 26)
2) Oie ersten Pigmente auf dem Schwanz hinter dem
Anus sind mittig bis dorsal orientiert, Stirn
eher konkav ......... .............. ..................... Fl
I E2
1) Dorso-ventrale Pigmentgruppen im Schwanzbereich
relativ klein und deutlich begrenzt, ventral
zwischen den Melanoph.-Gruppen sowie zwischen Anus
und der ersten dorso-ventralen Melanoph.-Gruppe
jeweils eine weitere Hela n o p h . - G r u p p e , Pectoralflossen stets ohne Pigment .............. .........
Hicrostomus kitt (Abb. 96)
2) Dorso-ventrale Pigmentgruppen im Schwanzbereich
diffus und nicht deutlich begrenzt sowie nicht von
weiteren G r u p p e n v e n t r a l flan kier t, Pectoral f 1 ossenrand mit k l e i n e r flelanoph. besetzt ...................
H i p p p q l o s s o i d e s p 1a t e s s o i d e s
I E3
1) Die P i g m e n t g r u p p e n
(Abb. 9 3 )
s i n d auf die K o n t u r e n begrenzt,
Urostyl b e r e i c h d o r s a l ohne Pigment, Ventral fl ossen
stets u n s c h e i n b a r ...................... ................. .
Gadus m o r h u a (Abb.
17)
2) Pigment des S c h w a n z e s kann auch bis a u f die Sch wa nz­
seiten r e i c h e n ..................................... ........ F2
I E4
1) Larve mit e r k e n n b a r e r , dreistrahl i g e r Ventral fl osse
(bei gut e r h a l t e n e n Exe m p l a r e n p i g m e n t i e r t ) .........
Holva m o l v a (Abb. 2 8 )
2) V e n t r a l f 1os se u n s c h e i n b a r ,
Pol 1achius v i r e n s
I Fl
ohne P i g m e n t
..............
( A b b . 23)
1) P i g m e n t i e r u n g der L a r v e auch (oder nur) auf dem
Primordial fl o s s e n s a u m , V e n t r a l f 1o s s e n
sind auch
bei klei nen E x e m p l a r e n deu tlic h a u s g e p r ä g t , sie
sind p i g m e n t i e r t u n d bestehen aus 3 langen
S tra h l e n ..................... . ..............................
Molv a d y p t e r y g i a
( A b b . 29)
2) P i g m e n t i e r u n g im U r o s t y 1bereich n i c h t
auf den
Primordial fl o s s e n s a u m a u sgedehnt und ventral vom
Urostyl s t ä r k e r a l s dorsal a u s g e p r ä g t ...............
M e rluccius m e r 1u c c i u s
I F2
1) Larve mit k o n v e x e r
reich auch au f
ausge deh nt
(Abb. 16)
S t i r n , Pigment
(oder
im Uro stylbe-
nur) den P r i m o r d ial fl ossensaum
................................................... Gl
2) Stirn eher g e r a d e b i s konkav, S c h w a n z p i g m e n t be­
steht aus 2 m i t t i g o r i e n t i e r t e n g r o ß e n Melanoph.,
U r o s t y l p i g m e n t v e n t r a l stärker a u s g e p r ä g t als
dorsal, P e r i t o n e u m m i t großen stel l a t e n Melanoph.,
Ventral f l o s s e n s t r a h 1 en bei g r ö ß e r e n E x e m p l a r e n
deutlich a u s g e z o g e n
und p i g m entiert
Mer 1ucci us m e r 1u c c i u s
(Abb. 16)
..................
1) Stirn stark konvex, bei Exemplaren >6 mm ist eine
pigmentierte Ventral flosse mit 3 voneinander
getrennten Strahlen zu erkennen .....................
Brosme brosme (Abb. 26)
2) Stirn nur schwach konvex, Flossenstrahlen der
Ventral flossen lang ausgezogen, schwach pigmentiert
Molva dipterygia (Abb. 29)
>>>>>>>>>>>>>>>
II Al
ABTEILUNG
II
<<<<<<<<<<<<<<<<
1) Larve schlank mit deutlicher Schwimmblase; Darm
gestreckt; weitere Merkmale siehe I, Al 1) ....... .
Qahiidafi (Abb. 55-57)
2) Larve anders .............................................
II A2
A2
1) Schwanzbereich völlig Melanoph.-frei ................. Bl
2) Schwanzbereich mit M e l a n o p h ............................. B2
II Bl
1) Peritoneum mit deutlich begrenztem Bereich sehr
dunkler Melanoph. (kann fast schwarz wirken, oft
schon makroskopisch gut zu erkennen) ........ ........ CI
2) Peritoneum ohne oder nur mit diffus verteilten
Melanophoren .............................................
II B2
1) Pectoral- oder Ventral flossen pigmentiert ........... C3
2) Pectoral- und Ventral flossen nicht pigmentiert
II CI
C2
..... C4
1) Kopf mit langer, extrem keilförmiger Schnauze und
großem Auge, Vorderkörper nimmt bei kleinen Exem ­
plaren (<25 mm) weniger als 1/3 der Gesamtlänge
ein, auf dem Peritoneum eine bis mehrere (bei Ex.
über 16 mm) fast rechteckige Pigmentgruppen ...... .
Paralepis s p e c . (Abb. 8)
2) Larve gedrungen mit großem Kopf und stark konvexer
Stirn, bei größeren Ex emplaren (ab 6 mm) Operculardornen ausgebildet . ........................... ......... Dl
1) P e c t o r a l f 1o s s e n d e u t l i c h p i g m e n t i e r t ................. D2
2) Pect oral f 1 o s s e n o h n e Pigment ...................... .
D3
II C3
1) En tweder nur P e c t o r a l f 1osse p i g m e n t i e r t und Ventr al­
flosse (wenn v o r h a n d e n ) ohne P i g m e n t , oder Pectora lflosse im V e r g l e i c h zur Ventral fl osse wesentlich
größer und d e u t l i c h e r pi gmentiert a l s Ventral fl o s s e . D4
2) Entweder nur V e n t r a 1 f 1 osse p i g m e n t i e r t und Pector alfl oss e ohne P i g m e n t , oder Ve ntral fl osse wese n t ­
lich d e u t l i c h e r u n d auff ä l l i g e r pigm e n t i e r t als
P e c t o r a l f l o s s e ........... .................................. D5
II C4
II Dl
1) Larve mit d e u t l i c h e n Dornen auf O p e r c u l u m und/oder
Kopf ..........................................................
D6
2) Larve ohne D o r n e n
D7
im Kopfbereich
......................
1) U n t e r s e i t e des A b d o m e n s deutl ich pig m e n t i e r t mit
einer g r oßen fl ela nph. mitt ig auf d e r Kehle .........
Taurul us 1 i 1 1 .ie b o r g i (Abb. 77)
2) U n t e r s e i t e des A b d o m e n s sc hwach o d e r gar nicht pig­
mentiert,
jeweils
e i n e M el an oph.
l i n k s und rechts
der Kehl e ..... ................ ............................
T aurulu s b u b a l i s ( A b b . 76)
II D2
1) La rv e g e d r u n g e n ,
mit
zwei d e u t l i c h e n O t o c y t e n d o r n e n ;
St irn konvex, K ö r p e r p i g m e n t
len und l a t e r a l e n
best e h t
Melanoph.-Reihe,
größeren E x e m p l a r e n auf den S c h w a n z
aus einer dorsa­
die sich bei
ausdehnen ......
G a i d o p s a u r u s s p e c . (Abb. 32)
2) Larve a n d e r s ........................................... .
II D3
1) St rahlen der V e n t r a 1 f 1 osse lang a u s g e z o g e n .........
2) Ventral f l o s s e u n a u f f ä l l i g , S c h w a n z p i g m e n t i e r u n g ,
wenn v o r h a n d e n ,
nur
intern; ab ca. 9 mm entwickeln
sich P h o t o p h o r e n < L e u c h t organe) u n t e r dem Auge,
auf dem M i t t e l d a r m und über der Anal flösse .........
M a u r o l i c u s mül 1 e r i
(Abb. 5)
El
E2
1) Larve mit deutlichem(n) K o p f d o r n ( e n ) , sehr großer
Pectoral flosse, Stirn stark konkav (Entenschnabel)
.
Icifllidae (Abb. 72-74)
2) Larve ohne Entenschnabel, Stirn schwach konkav
oder konvex ................................ .............
II 05
II D6
E3
1) Larve mit Operculardornen .............. ......... .
E4
2) Larve ohne Opercul ardornen .............. .............
E5
1) Larve mit Kopf-, Orbitalnen, Stirn leicht konkav,
Helicolenus dactylopterus
2) Larve mit konvexer Stirn,
und großen Operculardoi—
Urostyl ohne Pigment .....
(Abb. 71)
Kopf-, Orbital- und Oper-
culardornen, einzelne Melanoph. im Urostylbereich ..
Cepola rubescens (Abb. 40)
II D7
1) Anus in der Körpermitte bis hinteren Körperhälfte .. E6
2) Anus deutlich in der vorderen Körperhälfte ......... E7
II El
1) Larve mit unpigmentierter Stirn und/oder mit einem
Bauchsaugnapf versehen ........................... .
Liparis s p e c . (s. VI El) (Abb. 80 u. 81)
2) Pigmentierte Stirn, kein Bauchsaugnapf ..............
Blennius Pholis oder B^. ocellaris (Abb. 62 oder 61)
II E2
1) Stirn stark konvex, Larve gedrungen, Ventral flossen
Pigmentiert, Urostyl lanzettförmig .............. .
Raniceps raninus (Abb. 30)
2) Pectoral flossen gestielt, auffällig groß entwickelte
Dorsalflosse mit langen Flossenstrahlen .............
Lophius Piscatorius (Abb. 106)
II E3
1) Larve hochrückig und plump mit ausgeprägtem Vord er­
körper (Kaulquappenform) und stark konvexer Stirn,
V e n t r a l f 1ossen sind zu einem Bauchsaugnapf umgewandel t .................. ................................
Liparis spec. (s. VI El) (Abb. 80 u. 81)
2) Larve nicht oder nur wenig kaulquappenförmig, kein
Bauchsaugnapf zu erkennen ........................ .
Fl
1) La rve mit O p e r c u l a r d o r n e n und ab ca. 8 mm auch Otocyst e n d o r n e n , f r ü h entw i c k e l t e 1. Dor salflosse mit
du nkl em P i g m e n t , a b ca. 7 mm E n t w i c k l u n g von Schult erp i gment ............... . « ...................... ..........
Tra chinus v i p e r a
(Abb. 52)
2) Larve mit b e z a h n t e m Oberkiefer, k l e i n e n Operculardornen und s t a r k k o n k a v e r Stirn, nur wenige Melanoph.
Se rranus c a b r i 1 1 a
(Abb. 36)
1) Larve mit g e s t i e l t e n Pectoral f lossen, auffällig
große e n t w i c k e l t e D o r s a l f l o s s e mit langen F l o s ­
s ens t r a h l e n ........................ ...................
Lo phi us p i s c a t o r i u s (Abb.
2) La rve ohne d i e s e M e r k m a l e
106)
.............. ...... .........
1) La rv e mit g e s t i e l t e n Augen u n d / o d e r Augentropfen ...
ÜYCiQEhiilaS ( A b b . 10 u. 11)
2) La rve mit n o r m a l e n t w i c k e l t e m A u g e
1) La rv e ohne M e l a n o p h .
...................
in der d o r s a l e n Schwanzkontur .
2) L ar ve mit d e u t l i c h e n Mela noph. in der dorsalen
S c h w a n z k o n t u r ........................... ..................
1) La rv e mit g r o ß e n , deutlic h p i g m e n t i e r t e n Pectoralflossen, nur w e n i g e Melan oph . in der Schwanzkontur,
keine M e l a n o p h .
a u f den S c h w a n z s e i t e n
...............
Bl enn i us pho 1 i s o d e r B ^ ocel 1ar is (Abb. 62 u. 61)
2) L arve k l e i n e r a l s
9 mm, auf der Sch w a n z s e i t e 2 große
Mel a n o p h . ( g r u p p e n ) sowie eine w e i t e r e Melanoph.
(gruppe) im U r o s t y 1 b e r e i c h , Pect o r a l f 1ossen eher
sc hwa ch und u n a u - P f ä l l i g ..... ............... ...........
M e r l u c c i u s m e r 1 u c c i u s (Abb. 16)
1) L arve pl ump b i s
k a u l q u a p p e n f ö r m i g mit großem Kopf
und d e u t l i c h k o n v e x e r Stirn ............... ............
2) L a r v e eher s c h l a n k und/o der mit eher konkaver
S t i r n ............ . ..........................................
II F3
1) Larve mit mehr als einer Melanoph. in dorsaler
Schulter und Schwanzkontur ............................
2) Larve mit einer oder keiner Melanoph. in dorsaler
Kontur .................. .............................. .
II F4
G3
G4
1) Larve sehr lang (schlangenförmig) mit sehr kurzem
Vorderkörper, 1. Dorsal flossenstrahl antennenartig
verl ängert ........ ............... ...................... .
Echiodon drummondi (Abb. 67)
2) Larve normal proportioniert ...........................
II F5
G5
1) Larve entweder beilförmig oder deutlich asy mme ­
trisch mit Darmschlaufe in einem kreisförmigen
Eingeweidesack (Plattfisch)
2) Larve normal proportioniert
II Gl
...........................
G6
............. .............. G7
1) Larve mit großem, rundem Kopf (Kaulquappe) und
deutlich konkav abfallender Rückenlinie ............
Raniceps raninus (Abb. 30)
2) Larve relat. gedrungen, Rückenlinie konvex abfallend
Onos spec. oder Gaidopsaurus spec. (Abb. 31 u. 32)
II G2
1) Ventral flosse der Larve mit drei langen, gut erkenn­
baren Flossenstrahlen .............. ...... ............ Hl
2) Ventral flosse besteht aus mehr als drei Strahlen,
Stirn der Larve eher konkav, 2 große Melan oph .(g rup­
pen) auf den Schuanzseiten, ab 8 mm ist deutliches
Schulterpigment vorhanden, Urostylpigmentierung
ist ventral vom Urostyl etwas stärker ausgeprägt
als dorsal ........................... ...................
Mer 1uccius m e r 1uccius (Abb. 16)
II G3
1) Larve mit 2 deutlich dorsalen Kontui—Melanoph«,
wobei der hinteren eine nahezu gleich große Mela ­
noph. ventral gegenübersteht ................ .
Coris .iu 1 is (Abb. 43)
2) Larve mit 5 relativ gleichmäßig über Schulter und
Schwanz verteilten dorsalen K o n t u r - M e l a n o p h . sowie
ventral 3 Melanoph. in der Schwan zko ntur ............
Labrus mixtus (Abb. 42)
II G4
1) Larve mit e i n e r M e l anaph . in der d o r s a l e n Schwanzkontur ............. . . ........... ............. ...... .
2) ohne he 1a n o p h o r e ( n >
Sch w a n z k o n t u r ;
in der d o r s a l e n Schultei— und
ventral
eine weit e r e flel a n o p h .
Ctenolab rus r u p e s t r i s
II G5
H2
1) Larve insges amt w e n i g
eine g roße K o n t u r - M e l a n o p h .,
unter dem Uros tyl
............
(Abb. 41)
pi gm entiert,
eine große
Melanoph. auf d e m A n u s sowie 1 (bis 3) Melanoph.
in der v e n t r a l e n S c h w a n z k o n t u r , k e i n e Melanoph.
auf den S c h w a n z s e i t e n ......... ........................ .
Ben t h o s e m a g l a c i a l e (Abb. 11)
2) Larve mit 2 g r o ß e n M elanoph. auf d e r Schwanzseite
sowie U r o s t y l p i g m e n t , das ventral e t w a s stärker
ausg epr ägt
ist a l s
dorsal
................. ...... ......
M e r luccius mer 1u c c i us (Abb. 16)
II G6
1) La rve d e u t l i c h a l s
P l a t t f i s c h zu er ken nen , mit
vie le n M e l a n o p h .- G r u ppen bedeckt,
e h e r Jungfisch
al s Larve ......... . .................. .....................
PI e uro n e c t e s p !a t e s s a (Abb. 95)
2) La rve b e i l f ö r m i g , m i t nach oben g e r i c h t e t e n Augen...
A r g y r o p e 1ecus s p e c . (Abb. 6)
II G7
1) Larve mit d e u t l i c h
p i g m e n t i e r t e m Uro sty l
2) Larve ohne P i g m e n t
im Urostyl b e r e i c h , Caudalflos-
............ H3
sen ansatz l a n z e t t f ö r m i g , eine dor s o - v e n t r a l e Pig­
ment g r u p p e auf d e m letzten S c h w a n z d r i t t e l ...........
G a d i c u l us a r g e n t e u s
II Hl
thori
(Abb. 25)
1) Ventral f l o s s e n b e s t e h e n aus 3 e i n z e l n e n Strahlen,
deren E n den l a p p i g v e r b r e i t e r t s ind, Stirn deut­
lich konvex, M a u l s p a l t e reicht n i c h t bis zur A u gen­
m itte .............. .........................................
Bros me brosme ( A b b • 26)
2) Ventral f l o s s e n s t r a h 1 en sind d urch H a u t verbunden,
am En de nicht
l a p p i g v e r b r e i t e r t , S t i r n schwach
konkav, M a u l s p a l t e
Mol va d y p t e r y g i a
reicht über A u g e n m i t t e hinaus ...
( A b b . 29)
1) Darm gestreckt, Larve schlank, 2 bis 3 stellate
Melanoph. in der Mitte auf den Körperseiten ...
Nansenia groenlandica (Abb. 3)
2) Larve hochrückig, Maul und Auge groß, Maul mit
deutlichen Zähnen ........................... .
Lampanyctus spec. (Abb. 12)
II H3
1) Urostylpigment ventral etwas stärker ausgeprägt
als d o r s a l { greift nicht auf Flossensaum über .
Merluccius m e r 1uccius (Abb. 16)
2) Urostylpigment relativ symmetrisch, greift auch
auf Flossensaum über ..............................
Brosme brosme (Abb. 26)
>>>>>>>>>>>>>>
III A
ABTEILUNG
III
<<<<<<<<<<<<<<
1) Larve groß und/oder bereits deutlich als Platt­
fisch zu erkennen, laterale Melanoph.-Reihe schwach
(evtl. intern) ausgebildet, zumindest die dorsalen
Konturpigmente sind nicht sehr regelmäßig und/oder
in Gruppen angeordnet
III Bl
..................................
Bl
2) Larve anders .............................................
B2
1) Schwanzkontur-Melanoph. bilden eine regelmäßige
(von unten betrachtet: doppelte) Reihe, Rand der
Pect o r a l f 1osse ist mit kleinen Melanoph. versehen...
Limanda 1imanda (Abb. 94)
2) Ventrale Schwanzkontui—Melanoph. bilden keine
regelmäßige Reihe, und/oder Rand der Pectoralflosse
unpigmentiert .......................... .................
III B2
CI
1) Larve mit großer, deutlich ovaler Schwimmblase,
Larven sind nicht flächig pigmentiert, sondern mit
einzelnen, wenigen, großen Melanoph. versehen,
weitere Merkmale siehe I Al, 1) .................. .
Sahiidas (Abb. 55-57)
2) Larve ohne deutliche ovale Schwimmblase .............
C2
III CI
1) Pigm e n t i e r u n g b i l d e t in der v e n t r a l e n Kontur 2-3
Gruppen, denen d o r s a l 2-3 G r u p p e n gegenüberstehen;
bei größeren E x e m p l a r e n
(über 9 mm)
kann hinter dem
Anus eine w e i t e r e v e n t r a l e Me 1a n o p h .-Gruppe v o rhan­
den sein; die L a r v e ist rel ativ s c h l a n k mit einer
geraden R ü c k e n l i n i e
v o m Kopf bis U r o s t y l b e r e i c h ....
H i p p o g l o s s o i d e s p ! a t e s s o i d e s (Abb. 93)
2) S c h w a n z p i g m e n t i e r u n g bildet keine Gruppen, Rücken­
linie ist k o n v e x g e w ö l b t ,
L arve ist nicht auffäl-
1 ig schl ank ........ .......... ..............................
PI euro ne ct es p 1 a t e s s a (Abb. 95)
III C2
1) Darm gestreckt u n t e r dem Körpe r verlaufend, Vor­
derkörper d e u t l i c h l ä n g e r als H ä l f t e der Gesam t­
länge, S c h w a n z - V e n t r a l p i g m e n t b i l d e t mit dem Peri­
tone alpigment und K o p f p i g m e n t
Linie von der S c h n a u z e
D i c e n t r a r c h u s 1a b r a x
2) Larve and ers
III Dl
eine durchgehende
bis zum S c h w ä n z e n d e .........
(Abb. 35)
...............................................
1) Larven mit d e u t l i c h
Dl
p i g m e n t i e r t e n Ventral fl o s s e n ,
Stirn konvex ............................................... El
2) Larven ohne d e u t l i c h p i g m e n t i e r t e Ventral flossen ... E2
III El
1) Kopf mit 2 ( k l e i n e n ) O t o c y s t e n d o r n e n .................
G a i d r o p s a u r u s s p e c . oder Ph yc is b 1 ennoi des (Abb. 32
oder 27)
2) Kopf ohne O t o c y s t e n d o r n e n
.............. ........... .
Onos s p e c . (Abb. 3 1 >
III E2
1) Ob erkiefer der L a r v e
mit Zähn en b e s e t z t und/oder
mehrere O p e r c u l a r d o r n e n v o r h a n d e n .....................
2) O b erkiefer ohne d e u t l i c h e B e z a h n u n g , Operculum
ohne oder mit m a x i m a l einem Do rn (klein) ............
III Fl
1) Larve h o c h r ü c k i g , d e u t l i c h e O p e r c u 1a r d o r n e n , ven­
trale S c h w a n z k o n t u r —M e l a n o p h . - R e i h e besteht etwa
bis zur S c h w a n z m i t t e
setzt sich dann m i t
aus k r ä f t i g e n Melanoph. und
d e u t l i c h k l e i n e r e n Melanoph.
Fl
F2
bis zum Urostyl fort, während die dorsale KonturReihe an der Schwanzmitte endet ......................
Trachurus trachurus (Abb. 37)
2) Larve groß (über 12 mm), kräftig pigmentiert, La te­
rallinie jedoch nur schuach ausgeprägt, deutliche
Zähne auf dem Oberkiefer ...............................
Scomber scombrus (Abb. 54)
1) Larve schlank, schuach pigmentiert, Vorderkörper
beträgt ca. 1/3 der Gesamtlänge, laterales Pigment
schuach (intern), nur auf hinteres Schuanzdrittel
beschränkt, dorsale und ventrale Schuanzkontur
besteht aus kleinen Melanoph., die von oben (bzu.
unten) gesehen doppelt angelegt sind .................
ChirolQPhis ascanii (Abb. 64)
2) Larve anders ....... .....................................
1) Larve hat zwischen der dorsalen Schwanzkontur und
der lateralen Melanoph.-Reihe eine weitere Melanoph.-Reihe, die bei Exemplaren über 10 mm in eine
kräftige Seitenpigmentierung aufgeht .................
hullus surmuletus (Abb. 38)
2) Larve anders pigmentiert ...............................
1) Vorderkörper länger als die Hälfte der Gesamtlänge,
Seitenpigmentierung ist kräftig und reicht ungefähr
über 2/3 des Schwanzes, der Urostylbereich ist
(evtl. bis auf wenige ventrale K o n t u r - H e l a n o p h .)
völlig ohne Pigment, ab ca. 5 mm können 2 getrenn­
te Rückenflossen erkannt werden .....................
Lebetus s p e c . (scorpioides oder g u i 11e t t i ) (Abb. 58)
2) Larve anders ..........................................
1) Urostylbereich und Urostyl der Larve auffällig
lang, Vorderkörper der Larve ist relativ groß und
plump (Kaulquappenform) .................. .
Cal 1 ionvmus spec. (Abb. 59 und 60)
2) Urostyl normal proportioniert, Larve hat keine
...... .......... .................................. ..................
III J1
1) Larve mit d r e i e c k i g e m
E i n g e u e i d e s a c k , Urostylbe-
reich l a n z e t t f ö r m i g a u s g e b i l d e t ......... .............. Kl
2) Larve mit k r e i s f ö r m i g e m E i n g e u e i d e s a c k , Darm liegt
in einer S c h l a u f e
PI euron ec te s
III Kl
p
1 at
... ....................................
essa
1) Urostyl bere ic h v ö l l i g
2) Urostyl bere ich mit
(Abb. 95)
p i g m e n t f r e i ......... ........... . LI
1 —4
kleinen Vent ral kontur-flel a-
noph., die d urch e i n e n
deutl iche n A b s t a n d von
der v e n t r a l e n S c h w a n z k o n t ur-Re ihe g e t r e n n t sind ....
Gadus m o rhua (Abb. 1 7 )
III LI
1) Abdomen der L a r v e v o n unten b e t r a c h t e t von Kehle
bis Anus mit e i n e r M e 1 a n o p h .-Rei he ...................
Pol 1achius p o I 1a c h i u s (Abb. 24)
2) Abdomen von K e h l e b i s
max. Hä lfte d e r Strecke bis
zum Anus mit M e l a n o p h . - R e i h e v e r s e h e n ................
IV A
Pol 1achiu s v i r e n s
(Abb.
>>>>>>>>>>>>>>>
ABTEILUNG
1) Larve l a n g g e s t r e c k t
bis s c h l a u c h f ö r m i g ,
23)
IV
<<<<<<<<<<<<<<<
b i s aalfö rmi g,
Anus
D a r m gestreckt
in der z w e i t e n Kö rper­
hälfte ........................................................
2) Larve a n ders
IV Bl
..... ..........................................
B2
1) Larve mit großer, o v a l e r S c h w i m m b l a s e mit dunkel
p i g m e n t i e r t e m D ach, w e i t e r e M e r k m a l e siehe I Al, 1).
Gflhiidas (Abb. 5 5 - 5 7 )
2) Larve ohne d e u t l i c h e S c h w i m m b l a s e
IV B2
Bl
..................... CI
1) Larve mit p i g m e n t . V e n t r a l - oder Pec t o r a l fl ossen ... C2
2) Ve nt ra l- und P e c t o r a \ f 1 osse ohne P i g m e n t ............ C3
1) Ventrale S c huanzkontur-Mel anoph. sind kräftiger
ausgebildet als das dorsale Konturpigment und bildet
mit dem P e r itonealpigment und dem Kopfpigment eine
durchgehende Linie ........ .............................
Dicentrarchus 1abrax (Abb. 35)
2) Larve mit kleinen Dorsal- und Ventral-Schuanzkontur -Me lanoph., Darm schlauchförmig bis über Körp er­
mitte hinausreichend, flache, eher konkave Stirn ...
âmiDQdïlidafi (Abb. 47-51)
1) Pectoral flossen schuach und randständig pigmentiert,
kreisförmiger Eingeueidesack mit Darmschlaufe ......
2) Pectoral flossen flächig pigmentiert, Ei ngeueide­
sack nicht kreisförmig, keine erkennbare Darm­
schlaufe ....... ................. ........................
1) Larve mit Darmschlaufe und/oder kreisförmigem
Eingeueidesack (Plattfisch) ...........................
2) Larve mit dreieckigem Eingeueidesack oder gestreck­
tem Darm, typische "Fischform" ........................
1) Larve mit großem, auffällig rundem, ueit über die
ventrale Körperkontur hinausragenden Eingeueidesack,
dorsale und ventrale Schuanzkontur-Melanoph. unge­
fähr gleich gut ausgeprägt ............................
2) Eingeueidesack mehr in die Körperkontur integriert,
nicht sehr auffällig vorstehend, dorsale Schuanzkontui—Melanoph. deutlich unregelmäßiger und schuächer
als ventrale ausgebildet, Larve insgesamt schuach
pigmentiert ...............................................
Limanda 1imanda (Abb. 94)
1) Larve mit auffällig konkaver Stirn (Entenschnabel),
sehr großen Pectoral fl o s s e n , Orbital dornen und bei
größeren Exemplaren Opercular- und Kopfdornen ......
Aspitrigla cuculus (Abb. 73)
2) Larve ohne "E ntenschnabel", keine Orbital dornen,
andere Kopfdornen können jedoch vorhanden sein .....
IV D3
1) Larve mit gro ßem , r u n d e m Kopf, E i n g e u e i d e s a c k
kreis för mig und g roß, v/entral weit he rausragend .... E3
2) Kopf nicht a u f f ä l l i g
Körper eher normal
r u n d und im V e r h ä l t n i s zum
proportioniert,
S t i r n konkav,
oben g e r i c h t e t .............
Maulsp alt e d e u t l i c h n a c h
IV D4
1) Larve mit O p e r c u l a r - u n d K o p f d o r n e n ,
kigem E i n g e w e i d e s a c k ,
E4
kurzem, dreiek-
i n s g e s a m t s c h u a c h pigmentiert,
lediglich das P e r i t o n e a 1 pigment k a n n kräftig sein ,. E5
2) Larve ohne K o p f d o r n e n .................................... E6
IV El
1) Larve völ l ig und s e h r
g l e i c h m ä ß i g m i t kleinen
p u n k t f örmi gen M e l a n o p h .
übersät, S c h w a n z k o n t u r -
flelanoph. nur w e n i g s t ä r k e r als a n d e r e Melanoph.
und daher u n a u f f ä l l i g
............................. ......
Mi c r o c h i r u s v a r i e g a t u s
(Abb.
2) Larve u n r e g e l m ä ß i g m i t
102)
stel l a t e n M e l a n o p h . bedeckt,
S c h w a n z k o n t u r - M e 1a n o p h . deu tli ch e r k e n n b a r und
kräftig, k l e ine p i g m e n t i e r t e S c h w i m m b l a s e (leicht
oval) vorhanden
........ ....................................
B u g l o s s i d i u m 1u t e u m
IV E2
(Abb.
101)
1) Anus liegt in der K ö r p e r m i t t e , g r o ß e Pect oralf 1 ossen, die S c h w a n z k o n t u r —Mela noph. w e r d e n von weiteren
Melanoph. b e g l e i t e t , b e i E x e m p l a r e n >8 mm Kopfdornen
vorh and en .............. . ....................................
Agonus c a t a p h r a c t u s ( A b b . 78)
2) Larve >15 mm, A n u s l i e g t deu tlich
Körperhälfte, P e c t o r a 1 -f 1 ossen nur
Hälfte f l ä chig p i g m e n t i e r t ,
klein und r e g e l m ä ß i g ,
i n der vorderen
i n der unteren
Schwanzkontur-Melanoph.
S c h w a n z sonst
kaum pig men ­
tiert, bei E x e m p 1e m p 1 a r e n >18 m m E n t w i c k l u n g von 4
Tent ake ln vor den A u g e n .................................
Bl ennius g a t t o r u g i n e
IV E3
( A b b . 63)
1) Larve vö llig und s e h r g l e i c h m ä ß i g m i t kleinen
p u n k t f ö r m i g e n M e l a n o p h . übersät, S c h u a n z k o n t u r - M e l a noph. nur w e n i g s t ä r k e r
daher u n a u f f ä l l i g
als a n d e r e Melanoph. und
.................. ........................
Microchirus v a r i e g a t u s
(Abb.
102)
2) Larve anders
Fl
1) Larve mit 2 Otocystendornen auf jeder Seite (am
besten von oben zu erkennen) ....................
F2
2) Larve ohne Otocystendornen .......................
F3
1) Larve mit stark konkaver Stirn (Entenschnabel) und
auffällig großen Pect o r a l f 1ossen .....................
Aspitrigla cuculus (Abb. 73)
2) Kein "En ten schnabe l", Pectoralflossen normal groß ..
Sebastes s p e c . (Abb. 70)
1) Anus deutlich abgeuinkelt, Schuanz bis auf die
Konturen ohne Melanoph., bei Exemplaren über >7 mm
auch Schulterpigment sowie kleine Zähne auf dem
Oberkiefer vorhanden;
..................................
Scomber scombrus (Abb. 54)
2) Larve ohne deutliche Zähne ............... ............
1) Larve nur schuach und unregelmäßig pigmentiert,
mit erkennbarer, ovaler S c h u i m m b l a s e { Flossensaum
mit uenig Pigment ........................ ...............
Buglossidium 1uteum (Abb. 101)
2) Larve kräftig pigmentiert, Flossensaum mit vielen
kleinen Melanoph. versehen, keine deutlich erkenn­
bare Schwimmblase ...... ................................
Solea solea (Abb. 99)
1) Larve mit vielen kleinen Schuanzkontui—Melanoph.,
die eher ein Band als eine Reihe bilden, Schuanzseiten ebenfalls pigmentiert, auf Flossensaum
einzelne Melanoph.-Gruppen .............................
Zeugopterus punctatus (Abb. 86)
2) Schuanzkonturen bestehen aus einzelnen, randstän­
digen Melanoph., Schuanzseiten schuach bis ganz ohne
Pigment, von Kehle bis Anus eine Melanoph.-Reihe in
der ventralen Abdomenkontur, Melanoph. auf Fl ossen­
saum nicht in Gruppen angeordnet ..... ................
Lepidorhombus uhiffiagonis (Abb. 87)
F4
IV F3
1) 1. F I o s s e n s t r a h l ( e n ) d e r Dorsal is a n t e n n e n a r t i g
verländert; L a r v e i n s g e s a m t schwach pigmentiert,
auf F l o s s e n s a u m im l e t z t e n S c h u a n z d r i ttel eine
dorsale und v e n t r a l e H e 1 a n o p h . - G r u p p e , kleine
kuge lförmige S c h w i m m b l a s e
Arnoglossus i m periali s
...............................
( A b b . 91)
2) Larve anders ............................................... * Gl
IV F4
1) Larve langgest r e c k t ,
Anus
S c h w anzkonturen b e s t e h e n
im v o r d e r e n Körperdrittel,
aus v i e l e n
kleinen, regel­
mäßig a n g e o r d n e t e n H e l a n o p h . , kein U r o s t y l pigment
..
Chirol ophis a s c a n i i ( A b b . 64)
2) Larve anders ......... ...................................... G2
IV Gl
1) Larve kr äftig p i g m e n t i e r t , Sch u a n z k o n t u i —Melanoph.
sind in drei G r u p p e n m i t
angeordnet
deut l i c h e n
Zwischenräumen
............. . ............................... .
Zeugppterus p u n c t a t u s ( A b b . 86)
2) Schwanzkontui—M e l a n o p h . sind nicht g a n z randständig,
klein und nicht in e i n e r ex akten R e i h e angeordnet,
von Kehle bis A n u s e i n e v e n t r a l e A b d o m e n k o n t u r Melanoph. -Rei he, L a r v e i n s g e s a m t s c h u a c h pigmentiert
HiPPo glo ssu s h i p p o g l o s s u s
IV G2
(Abb. 92)
1) Ventrale S c h w a n z k o n t u r —M e 1a n o p h . s i n d kräftiger
ausgebildet als da s d o r s a l e K o n t u r p i g m e n t und bildet
mit dem P e r i t o n e a l - u n d
Kopfpigment
eine durchge­
hende Linie ............. - .................... ..............
Dicentrarchus 1a b r a x ( A b b . 35)
2) Ein ge we id es ac k g e s t r e c k t bis d r e i e c k i g , lanzettföi—
miger Caudal f 1 o s s e n s a n s a t z oder g e r a d e s Urostyl .... Hl
IV Hl
1) Dorsal- und v e n t r a l e S c h u a n z k o n t u r - M e l anoph . er­
strecken sich g l e i c h w e i t
nach c a u d a l , Urostylbe-
reich pigmen tf re i ..... ...................................
2) Dorsale oder v e n t r a l e S c h w a n z k o n t u r —Melanoph.-Reihe
weiter nach caudal
r e i c h e n d als d i e
II
andere Reihe ... 12
1) Larve plump und hochrückig, Schuanzkontui llelanoph.
sind unregelmäßig a n g e o r d n e t e t , relativ groß und
enden etwa auf der Schuanzmitte .......................
Trisopterus 1uscus (Abb. 19)
2) Schuanzkontui—Melanoph. relativ klein, regelmäßig,
und evtl. in 2 Gruppen angeordnet, Larve normal bis
schlank proportioniert .................................
J1
1) Ventrale Schuanzkontui—Melanoph.-Reihe reicht vom
Anus bis zum U r o s t y l , dorsale Kontur beginnt im
Schulterbereich und endet caudal eher als die
ventrale Reihe ...........................................
Mer 1anaius m e r 1angus (Abb. 21)
2) Dorsale Schuanzkontui—Melanoph.-Reihe ist caudal
länger als die ventrale Reihe und/oder beginnt erst
unter dem Schulterbereich ..............................
1) Schuanzkontur-Melanoph. reichen von Schulter bzu.
Anus durchgehend bis in das letzte S c h u a n z d r i t t e l ,
auf dem Abdomen eine ventrale Melanoph.-Reihe von
der Kehle bis Anus ............................... ......
Pol 1achius pollachius (Abb. 24)
2) Schuanzkontui—Melanoph.-Reihen sind unterbrochen
und bilden zuei Gruppen, ventrale Melanoph.-Reihe
auf Abdomen reicht nur von Kehle bis ca. Mitte
Abdomen ................ ..................... .........
Pollachius virens (Abb. 23)
1) Dorsale Schuanzkontui—Melanoph.-Reihe nach caudal
länger ausgezogen als ventrale, Urostyl ohne Pig­
ment, deutliches Kopfpigment vorhanden ..............
Micromesistius poutassou (Abb. 22)
2) Dorsale Schuanzkon tur -Me lan oph. -Re ihe unregelmäßig
und nicht länger als ventrale Reihe, Larve insgesamt
schuach pigmentiert, uenige Melanoph. auf dem Kopf,
außer den Melanoph.-R eihe n keine ueiteren Melanoph.
auf dem Schuanz ............................. ...........
Trisopterus spec. (T . esmarcii oder X i m i n u t u s )
(Abb. 20)
J2
>>>> >>>>>>>>>>>
V Al
ABTEILUNG
1) Larve ist größer a l s 8 m m
V
<<<<<<<<<<<<<<<
und d e u t l i c h als Platt­
fisch zu erken n e n (D a r m s c h l a u f e ) , a u f dem Pectoral f 1oss ensa um sind k l e i n e Mela n o p h . vorhanden,
von Kehle bis A n u s in d e r A b d o m e n k o n t u r ist eine
Pigmentreihe v o r h a n d e n ............................ .
Limanda 1 imanda (Abb. 9 4 )
V Bl
2) Larve ohne d e u t l i c h e D a r m s c h l a u f e ,
k e i n Plattfisch . Bl
1) Larve mit k u rzem V o r d e r k ö r p e r
1 / 3 der Ge samt­
(ca.
länge oder w e n i g e r ) , L a r v e wirkt l a n g g e streckt ..... CI
2) Larve normal p r o p o r t i o n i e r t ....................... .
C2
V CI
1) Auf dem unteren D r i t t e l
d e r P e c t o r a l f 1 osse verein­
zelte Pigmente, D o r s a l k o n t u r nah ezu
oder völlig
ohne Pigment, k r ä f t i g e P e r i t o n e a l p i g m e n t i e r u n g
sowie delanoph. au f d e m K o p f , v e n t r a l e Schwanzkontui—Melanoph. sehr r e g e l m ä ß i g a n g e o r d n e t
(19 bis
21), die zweite Me 1a n o p h . - R e i h e ist sc hwach (intern)
über der W i r b e l s ä u l e a u s g e b i l d e t
Bl ennius g a t t o r u g i n e
(Abb.
................... .
63)
2) Larve mit 3 groß e n s t e i l s t e n M e l a n o p h . auf dem
Schädeldach, Pect o r a l f 1 o s s e ohne P i g m e n t , Melanoph.
in der v e n t r a l e n S c h w a n z k o n t u r la nggest r e c k t ,
ve reinzelte M e l a n o p h . i m B e r e i c h der Schultei—
k o n t u r . .......................................................
Athe rin a P r e s b y t e r
V C2
(Abb.
69)
1) Larve mit d e u t l i c h e r k e n n b a r e r ,
g r o ß e r ovaler
Schwimmblase, w e i t e r e M e r k m a l e s i e h e
I Al, 1) ......
Gobii dae
(Abb. 5 5 - 5 7 )
2) Larve mit einer v e n t r a l e n S c h w a n z k o n t u r und einer
Lateral 1 inien-Mel a n o p h .—R e i h e sow ie 2 - 3 Melanoph.
über und unter d e m U r o s t y l , k r ä f t i g e Pe ritoneal­
pigmenti eru ng ....................... ............. ..........
Mul 1 us surmul etus
(Abb.
38)
>>>>>>>>>>>>>>>
VI A
ABTEILUNG
VI
<<<<<<<<<<<<<<
1) Larve mit pigment. Pectoral- oder Ventral flossen ... Bl
2) Larve ohne pigment. Pectoral- oder Ventral flossen .. B2
VI Bl
1) Larve mit Dornen auf Operculum und Kopf ...............CI
2) Larve ohne Dornen im Kopfbereich ...................... .C2
VI B2
1) Larve mit mehr oder weniger deutl. Operculardornen . C3
2) Larve ohne Opercul ardornen ............................. .C4
VI Cl
1) Larve mit pigmentierten Ventral flossen, konkaver
Stirn, kleinen Zähnen auf dem Oberkiefer ...........
Trachinus draco (Abb. 53)
2) Larve mit auffällig großen, pigmentierten Pectoralflossen, sehr stark konkaver Stirn (Entenschnabel).
Eutrigla gurnardus (Abb. 72)
VI C2
1) Larve mit konvexer Stirn, ventrale Schuanzkontui—
Reihe nur schuach entwickelt (entweder kleine oder
nur wenige Melanoph.), große, deutliche Pectoralf 1osse ....... ........................................
2) Larve entweder mit nur schuach (nicht flächig)
pigmentierter Pect o r a l f 1osse oder mit pigmentierter
Ventral fl osse ....... ....................... ......... .
VI C3
VI C4
Dl
D2
1) Peritoneal Pigmentierung ist sehr stark und deutlich
begrenzt, restliche Pigmentierung der Larve ist
eher schwach, ab Größen von 5-7 mm sind Operculardornen zu erkennen .................... ........... .
D3
2) Larve ohne auffällig starke und deutlich begrenzte
Per itoneal pigment ierung .............. ...............
D4
1) Darm verläuft gestreckt unter dem Körper, Anus ca.
zu Beginn der 2. Körperhälfte, Schwimmblase deut­
lich zu erkennen (schon makroskopisch); insgesamt
eher schwach pigmentiert ...................... .
D5
2) Darm anders; Schuimmblase, uenn vorhanden, klein
und rund ..................................................
D6
1) Larve mit e r k e n n b a r e m B a u c h s a u g n a p f ; Stirn deut1 ich konvex ...... ....... . ............................
2) Larve ohne B a u c h s a u g n a p f , kräf t i g p i g m e n t i e r t e
Pect o r a l f 1ossen
......... ..............................
1) Larve mit p i g m e n t i e r t e r
2) Larve mit p i g m e n t i e r t e r
Ventral flosse
P e c t o r a l fl o s s e
El
E2
E3
E4
1) Larve mit einer g r o ß e n s t el laten M e l a n o p h . auf der
Kehle .........................................................
Taurul us lill.ieborgi ( A b b . 77)
2) Larve mit 2 flelanoph. r e c h t s und l i n k s der Kehle
oder u n p i g m e n t i e r t e r K e h l e .............................
Taurul us bubal is (Abb. 7 6 )
1) Larve nur mit O p e r c u l a r d o r n e n ,
Anus
zu Beginn des
zweiten K ö r p e r d r i 1 1 e 1s , S c h w a n z v e n t r a l mit diffus
ver teilten M e l a n o p h . ,
mit
sc hwach e n t w i ckelter
L a t e r a l - H e l a n o p h .- R e i h e
..................................
S p o n d y 1 iosoma c a n t h a r u s
< A b b . 39)
2) Larve mit Operculai— u n d
a n d e r e n K o p f d o r n e n ........ E5
1) Larve bis auf w e n i g e ( i n t e r n e ) llelanoph. in der
ersten Hälfte der v e n t r a l e n S c h w a n z k o n t u r völlig
M e l a n o p h . - f r e i , bei E x e m p l a r e n üb er
stehen unter dem A u g e u n d
Photophoren (dunkle,
10 mm ent­
auf dem M i t t e l d a r m
nap-Fartige Gebilde)
Maurolicus m ü l 1 eri (Abb. 5)
2) Larve mit d e u t l i c h e r k e n n b a r e m ,
auch im K o p f b e r e i c h u n d
........... .
e x t e r n e m Pigment,
A b d o m e n , w e i t e r e Merkmale
siehe I Al, 1) ........... * .................................
Qobiidas
(Abb. 5 5 - 5 7 )
1) Larve sehr l a n g g e s t r e c k t
(aalartig),
Darm schlauch­
förmig .................... * ................................. E6
2) Larve nicht l a n g g e s t r e c k t , Darm n i c h t sc hlauch­
förmig ................... . • . ................ ............... E7
1) Analflosse kann mit kleinen Melanoph. versehen
sein; uenn Flossenstrahlen ausgebildet sind, dann
nicht mehr als 25 ..............................*........
Liparis montagui (Abb. 81)
2) Analflosse ohne Pigment; uenn voll ausgebildet
mit 26-38 Strahlen; bei gleicher Länge schlanker
als L
montagui ............. ............................
Liparis 1iparis (Abb. 80)
1) Pectoralf1osse relativ lang und spitz ................
Blennius pholis (Abb. 62)
2) Pectoralflosse eher rund, nicht spitz ausgezogen ...
Blennius ocel 1aris (Abb. 61)
1) Larve mit großem Kopf, Stirn stark konvex, Caudalf 1ossenansatz lanzettförmig .......................... .
Onos s p e c . (Abb. 31)
2) Larve mit eher konkaver Stirn und vorspringender
Schnauze, Oberkiefer mit kleinen Zähnchen ...........
Trachinus draco (Abb. 53)
1) Pectoralflossensaum mit einzelnen Melanoph. besetzt,
Darm liegt in einer Schlaufe (Plattfisch)
...........
Limanda 1imanda (Abb. 94)
2) Pectorale nur in der unteren Hälfte pigmentiert,
Vorderkörper kurz (ca. 1/3 der Gesamtlänge)
Bl ennius gattorugine (Abb. 63)
........
1) Larve mit deutlichem Schulterpigment, das sich bei
größeren Exemplaren auch auf den Schwanz ausdehnt,
ventrale Schuanzkontui—Reihe beginnt kurz hinter
dem Anus und reicht bis zum Urostyl ..................
Myoxocephalus scorpius (Abb. 75)
2) Larve ohne deutliches Schulterpigment, Ventralkontur-Reihe unregelmäßig und beginnt erst auf zueiter
S c h u a n z h ä l f t e , Exemplare über 6 mm mit sehr präg­
nanten Kopf dornen .................................
Helicolenus dactylopterus (Abb. 71)
VI E6
VI E7
1) Darmdach mit d u r c h g e h e n d e r M e 1a n o p h .- R e i h e .........
2) Larve ohne Ile 1a n o p h .- R e i h e ü b e r dem D arm, mit 3-5,
im Verhältnis zu den a n d e r e n
M e l a n o p h . , großen
stellaten Mela nop h. kurz v o r
Pholis g u n e l 1us (Abb. 65)
dem A n u s
1) Larve mit starker, d e u t l i c h
nealpigmentierung, die k a u m
Fl
auf dem Darm .
a b g e s e t z t e r Perito­
e i n z e l n e Melanoph.
erkennen läßt ............... .......................... .
F2
2) Larve ohne über m ä ß i g s t a r k e u n d b e g r e n z t e Peri­
tonealpigmentierung ........ ............................. . F3
VI Fl
1) Vorderkörper der L a r v e l ä n g e r als d i e Hälfte der
Gesamt 1änge ................. . . .............................
2) Vorderkörper der L a r v e k ü r z e r als H ä l f t e der
Gl
Gesamt 1änge .................. . ........................ .
Lumpenus 1a m p r e t a e f o r m i s
VI F2
(Abb.
1) Larve mit Melanop h. au f d e r
66)
Schnauze,
nes Pigment über der W i r b e l s ä u l e
Bl ennius g a t t o r u g i n e
(Abb.
................. .
63)
2) Larve ohne Pigment auf der S c h n a u z e
VI F3
evtl. intei—
.............. .
1) Larve mit D a r m s c h l a u f e ( P l a t t f i s c h ) , ventrale
Schuanzkontur mit d u r c h g e h e n d e r R e i h e kleiner
Melanophoren ....... ....................................... . . G2
2) Eingeueidesack d r e i e c k i g ; o h n e M e l a n o p h . - R e i h e
in der Abdomenk o n t u r , d e u t l i c h e S c h u a n z k o n t ui—
Reihe von Anus bis U r o s t y l b e r e i c h , S c h u l t e r p i g m e n t ,
lanzettförmiger Caudal f 1 o s s e n a n s a t z ............. .
Melanogrammus aegl ef inus
VI Gl
(Abb.
18)
1) Larve mit sehr k l e i n e n Z ä h n e n auf d e m Oberkiefer ...
Gvm nammodytes s e m i s g u a m a t u s (Abb. 47 )
2) Larve ohne solche Z ähne .................................. .
Ammodytes m a r inus (Abb. 5 0 )
VI G2
D3
1) Schwanz-Ventral kontui—Mel a n o p h . - R e i h e nicht so
deutlich, wird von v i e l e n w e i t e r e n M e l a n o p h . be-
gleitet (wirkt daher diffus); Pect o r a l f 1ossensaum ohne Pigmentierung ................................
Platichthys f 1esus (Abb. 98)
2) Schwanz-Ventralkontui—Melanoph.-Reihe deutlich,
wird nicht von weiteren Melanoph. flankiert ........
VI G3
G3
1) Im letzten Schwanzdrittel Gruppe kleiner Melanoph.
nahe der dorsalen Kontur; kleine runde und pigmen­
tierte Schwimmblase; Stirn fast senkrecht abfallend;
erster Strahl der Dorsalflosse antennenartig ver­
längert ...................................................
Arnoglossus laterna (Abb. 89)
2) Pect oral flossensaum kann pigmentiert sein; gesamte
ventrale Körperkontur mit Melanophoren ..............
Limanda 1imanda (Abb. 94)
» > > » » » » »
VII Al
ABTEILUNG
VII
< « « « « « « <
1) Schwanz zusätzlich mit einer kleinen Melanoph.Gruppe in der ventralen Kontur; 1. Strahl der
Dorsalflosse verlängert; Anus deutlich vom Einge­
weidesack abgesetzt« bzw. in einer Schlaufe .........
Arnoglossus thori (Abb. 90)
2) Larve anders ........ ....................................
VII Bl
1) Stirn konvex, auffällige Ventral flossen; mit Lat e­
ral - M e l a noph.-Reihe; 2 kleine Otocystendornen ....
Phycis blennoides (Abb. 27)
2) wie Bl 1), ohne Otocystendornen ................. .
Onos spec. (Abb. 31)
Bl
>>>>>>>>>>>>>>
ABTEILUNG
VIII
<<<<<< <<< <<< <
VIII A
1) Larve mit Dornen im K o p f b e r e i c h (Otocysten, Opercular oder Orbital ) ......... .......... . ................. Bl
2) Larve ohne K o p f d o r n e n .................... ................ B2
VIII Bl
1) Larve nur mit ein bis zuei Ot. o c y s t e n d o r n e n (Larve
von oben bet rach ten ), k e i n e w e i t e r e n Kopfdornen .... CI
2) Larve mit mehre ren K o p f d o r n e n
VIII B2
...................... .
1) Larve mit großem E i n g e w e i d e s - a c k
C2
(kreis förm ig) und/
oder Darm verläuft in e i n e r S c h l a u f e ................ C3
2) Darm dreieckig, g e s t r e c k t o d e r s c h l a u c h f ö r m i g ...... C4
VIII Cl
1) Larve mit deutl ich k o n v e x e r
Stirn,
pi gmen tie rte n
Ventral fl o s s e n , l a n z e t t f ö r m i g e m C a u d a l f lossenansatz
Gaidopsaurus s p e c . (Abb. 32)
2) Larve mit konkaver St irn, k r e i s f ö r m i g e m Eingeweidesack, Darmsc hla ufe .......... .............................
VIII C2
1) Schwanz der Larve l e d i g l i c h
in
Dl
der v o r d e r e n Hälfte
flächig pigmentiert, mit k r ä - F t i g e n ,
auffäll ige n
Operculardornen .............. . ............................ D2
2) Schwanz der Larve auch in d e r z w e i t e n Hälfte
flächig pigmentiert, O p e r c u l a r d o r n e n sind unauf­
fällig oder fil igr an ........ - ............................
VIII C3
D3
1) Larve übersät mit k l e i n e n p u n k t f ö r m i g e n Melanoph.,
die relativ g l e i c h m ä ß i g v e r t e i l t u n d gleich groß
sind ........................... .............................
2) flelanoph. sind nicht g l e i c h m ä ß i g ü b e r den ganzen
D4
Körper verteilt und k ö n n e n v e r s c h i e d e n groß sein ... 05
VIII C4
1) Larve ohne Pigment im U r o s t y 1 b e r e i c h
2) Larve mit Pigment
VIII Dl
im U r o s t y 1 b e r e i c h
1) Pigment der Larve eher u n r e g e l m ä ß i g ,
oder Streifen a n g e o r d n e t , a u f
................
D6
..................
D7
in Gruppen
F l o s s e n s a u m sind
deutlich voneinander getrennte Melanoph.-Gruppen
zu erkennen .......................................... .
Zeugopterus punctatus (Abb. 86)
2) Larve relativ regelmäßig mit Melanoph. übersät, auf
Flossensaum keine Melanoph.-Gruppen sondern Mel a­
noph. sind eher an den Flossenstrahlen (soweit
vorhanden) orientiert ..................................
Phrvnorhombus regius (Abb. 84)
VIII D2
1) Larve größer als 10 mm, mit pigmentierter 1. Dor­
salflosse, die deutlich von der 2. Dorsalflosse ge­
trennt ist, pigmentierte Ventral flosse ...............
Trachinus vipera (Abb. 52)
2) 1. und 2. Dorsalflosse nicht getrennt stehend,
keine auffällig pigmentierte Ventral flösse, zwi­
schen Abdomen und Schulter ist eine unpigmentierte
Fl äche ....................... .............................
Myoxocephalus scorpius (Abb. 75)
VIII D3
1) Larve mit kreisförmigem Eingeweidesack und/oder
Darmschlaufe, (bzw. deutlich als Plattfisch zu
erkennen), zahlreiche, kurze O p e r c u l a r d o r n e n , evtl.
Otocystendornen, keine Dornen auf dem Scheitel
..... El
2) Larve ohne Darmschlaufe, Eingeweidesack dreieckig
(bis rundlich); entweder zahlreiche lange filigrane
oder nur ein unauffälliger Operculardorn, Larve
hochrückig (rhomboid) oder kaulquappenförmig .......
VIII D4
1) Larve hat von Kehle bis Anus eine Abdomenkontui—
Melanoph . - R e i h e , bei kleineren Larven konzentriert
sich das Pigment etwas in der 2. Körperhälfte,
größere Larven (ab 7 mm) haben kleine Operculai—
dornen und ein auffällig ausgeprägtes Urostyl ......
Phrynorhombus norvegicus (Abb. 85)
2) Larve ohne Abdomenkontui—Melanoph.-Reihe, die
punktförmigen Melanoph. sind absolut gleichmäßig
über den Körper verteilt, lediglich bei Exemplaren
über 6 mm sind in der Sch uanzkontur dorsal und
E2
ventral eine Reihe mit etwas k r ä f t i g e r e n Melanoph. vorhanden ................... . .............
M i c r o c h i r u s variegatus (Abb. 102)
VIII 05
1) Larve hat eine deutlich erkennbare p i g m e n t i e r t e
Sch w i m m b l a s e sowie einen diffusen d o r s o —ventral en
S t r e i f e n über Schwanz und Flossensaum i m letzten
K ör p er drittel , weitere (lelanoph. sind u n r e g e l ­
mäßig über Kopf und Abdomen verteilt .................
Pegusa lascaris (Abb. 100)
2) Larve ohne deutliche Schwimmblase ..................... E3
VIII D6
1) Larve mit deutlich erkennbaren, p i g m e n t i e r t e n Ven­
tral f 1 ossen .................... .........................E4
2) Larve ohne deutlich erkennbare, p i g m e n t i e r t e Ven­
tral f 1 ossen .............................................. E5
VIII D7
1) Larve über den gesamten Körper bis e v t l . auf den
P r i m o r d i a l f 1ossensaum gleichmäßig s t a r k pigmentiert. E6
2) Larve nicht über den ganzen Körper g l e i c h m ä ß i g
stark pigmentiert .............. ..................... .
E7
VIII El
1) Larve hat von Kehle bis Anus eine Abdomenkontui—
Mel a n o p h . - R e i h e , bei kleinen Larven k o n z e n tr i er t
sich d a s Pigment etwas in derer 2. K ö r p e r h ä l f t e ,
g r ö ß e r e Larven (ab 7 mm) haben kleine Operculardo r n en und ein auffällig ausgeprägtes U r o s t y l ,
kl e i n e punktförmige Melanoph., Larve w i r k t daher
hei 1 , ab 12 mm deutlich asymmetrisch ( 1 inksäugig),
P i g m e n t dann fleckenhaft ...............................
Ph r vnorhombus norvegicus (Abb. 85)
2) Lar ve erscheint kräftig pigmentiert, r e l a t i v große
s t e l l a t e Melanoph. sind über den K ö r p e r verteilt ... Fl
VIII E2
1) Lar ve hochrückig bis rhomboid, z a h l r e i c h e lange
f i l i g r a n e Operculardornen, Dornenreihe auf dem
S c h e i t e l , deutlich entwickelte, p i g m e n t i e r t e
V e n t r a l fl ossen .....................................
C a p r o s aper (Abb. 34)
2) Larve kaulquappenförmig, lediglich ein kleiner,
z.T. verzweigter, sehr unauffälliger Operculardorn,
auf- fällig großes, bis weit über den Caudalfossenansatz hinaus verlängertes Urostyl ................. .
Cal 1ionymus spec. (Abb. 59 und 60)
VIII E3
1) Larve hat in der dorsalen und ventralen Schwanzkontur etwas größere Melanoph. als auf dem rest­
lichen Körper, großer kreisförmiger Eingeweidesack .
Solea solea (Abb. 99)
2) Larve ist mit mehr oder weniger gleich großen Melanoph. unregelmäßig bedeckt, bei Exemplaren über
10 mm können die Melanoph. auch in Gruppen angeord­
net sein ............................ ................... F2
VIII E4
1) Larve plump, großer runder Kopf mit deutlich kon­
vexer Stirn, Rückenlinie konkav abfallend, Schwanz­
pigment reicht höchstens über die ersten 2/3 des
Schwanzes, Larve größer als 8 mm .....................
Raniceps raninus (Abb. 30)
2) Larve hochrückig, rhomboid gestaltet, Schwanz bis
auf Urostylbereich vollständig pigmentiert .........
Zeus faber (Abb. 33)
VIII E5
1) Larve plump bis kaulquappenförmig, Vorderkörper
stark betont ............... ..........
2) Larve hat "normale" Fischform, nicht kaulquappen­
förmig oder auffällig plump .......................
VIII E6
1) Vorderkörper der Larve ca. 2/3 der Gesamtlänge,
Körperpigment in der dorsalen Hälfte an den Myomeren orientiert, in der ventralen mehr diffus
verteilt, ab 10 mm deutlich verlängerter Unter­
kiefer ...................... ........... .................
Belone beione (Abb. 13)
2) Vorderkörper der Larve nimmt nur wenig mehr als die
Hälfte der Gesamtlänge ein, eine Schwimmblase ist
zu erkennen ................ ...... .....................
Spinachia spinachia (Abb. 15)
F3
F4
E7
1) Körperpigment der Larve reicht von S c h u l t e r bis
etwa zur Schuanzmitte und endet dort a b r u p t , in
der 2. Schuanzhälfte nur noch Melanoph. in der
Ventral kontur und unterhalb des U r o s t y l s ........... F5
2) Körperpigment endet nicht abrupt in d e r Schuanz­
mitte, sondern läuft eher diffus nach caudal aus ... F6
VIII Fl
1) Opercular- und Orbital dornen nur bei s t a r k e r Vei—
größerung zu erkennen ...............................
Scophthalmus rhombus (Abb. 83)
2) Operculai— und Orbital dornen sind d e u t l i c h zu er­
kennen .................................................
Psetta maxima (Abb. 82)
VIII F2
1) Larve rechtsäugig und über 12 mm groß, bereits
deutlich in der Metamorphose .......................
PIeuronectes platessa (Abb. 95)
2) Larve, uenn in der Metamorphose, l i n k s ä u g i g , mit
sehr kleinen Operculardornen ............... ......
Scophthalmus rhombus (Abb. 83)
VIII F3
1) Larve mit deutlichem Bauchsaugnapf u n d stark kon­
vexer Stirn (Bulldoggenkopf) ............. .
Cyclopterus 1umpus (Abb. 79)
2) Larve ohne Bauchsaugnapf, Stirn eher g e r a d e bis
konkav, großes bis ueit über den C a u d a 1 f 1ossenansatz verlängertes Urostyl ....................
Cal 1ionymus sp e c. (Abb. 59 und 60)
VIII F4
1) Dorsales Schuanzkontur-Pigment reicht w e i t e r nach
hinten als ventrales, lanzettförmiger Caudalflossenansatz, Eingeueidesack dreieckig ..................
Micromesistius poutassou (Abb. 22)
2) Ventrales Konturpigment reicht m i n d e s t e n s gleich
ueit nach hinten uie dorsales ......................... Gl
VIII F5
1) Kopfpigment der Larve ist durch einen schmalen
pigmentfreien Scheitel in eine rechte u n d linke
Hälfte getrennt, Analflosse ist p i g m e n t f r e i ...
Centrolabrus exoletus (Abb. 46)
2) Kopfpigment läßt keinen Scheitel erkennen, Anal­
flosse ist pigmentiert ........ ...................
Creni1abrus mel o p s (Abb. 45)
VIII F6
1) Urostylbereich der Larve lanzettförmig ausgebildet,
Urostyl nicht deutlich über den Caudalf1ossenansatz
hinaus verlängert, Larve hat "normale" Fischform
und ist größer als 9 mm .......... ....................
2) Urostylbereich der Larve nicht lanzettförmig,
Urostyl bis weit über den Caudalflossenansatz hin­
aus verlängert, Larve ist kaulquappenförmig ........
Cal 1ionvmus spec♦ (Abb. 59 und 60)
VIII Gl
1) Darm endet in der 1. Körperhälfte, Larve flächig
pigmentiert, 2. Schwanzhälfte ohne Pigment, Peri­
toneum kann sehr kräftig pigmentiert sein ..........
Hugj1 chelo (Abb. 68)
2) Darm endet in der 2. Körperhälfte .... ..............
VIII G2
1) Schwanzpigment ist in den Konturen besonders gut
entwickelt, reicht in der Ventralkontur weiter
nach hinten als dorsal. Laterallinie pigmentfrei ...
Merlangius merlangus (Abb. 21)
2) Konturen nur des Schwanzes mit einzelnen Melanoph.,
Körper relativ diffus pigmentiert mit Schwerpunkt
in der Schulterregion ...............................
Melanogrammus aeglefinus (Abb. 18)
VIII Hl
1) Mit interner Lateral-Melanoph.-Reihe, 2 Dorsal­
flossen, Schwimmblase oval und bei schwach pigmen^
tierten Exemplaren gut zu erkennen ...................
Lebetus spec. (Abb. 58)
2) Larve anders ........ ...... ............................
VIII II
1) Kopfpigment wird durch einen breiten "Scheitel"
in eine rechte und eine linke Hälfte geteilt,
über dem Darm ist eine kleine, dunkel pigmentierte
Schwimmblasenanlage zu erkennen ..................
Labrus bergylta (Abb. 44)
2) Kopf bei Exemplaren über 7 mm a b g e f l a c h t und vei—
breitert (keilförmig), Ventral fl o s s e n zu einer
Saugscheibe verwachsen .... .................. .........
ÖQhieSQCiilafi (Abb. 103-105)
Kopf kräftig pigmentiert: Lepadoqast e r 1epadoaaster
Kopf kaum pigmentiert:
Dipl ecogast e r bimaculata
>>>>>>>>>>>>>>>
ABTEILUNG
IX
<< < << < < < < < < < < <
IX A
1) Darm in einem kurzen Eingeweidesack konzentriert;
1. Dorsal flossenstrahl antennenartig verlängert ....
Echiodon drummondi (Abb. 67)
2) Darm endet im zweiten Körperdrittel .................. Bl
3) Darm deutlich länger als 60% der K ö r p e r l ä n g e ....... B2
IX Bl
1) Maul röhrenförmig ................................... .
Syanaihidae (Abb. 14)
2) Peritoneum ist mit einer Pigmentreihe versehen, die
sich in der Ventral kontur des S c h w a n z e s fortsetzt
(bis Urostyl bereich), Körper- und Schuianzseiten
ohne Pigment ....................... .............. ...... C2
3) Über dem Anus Gruppe von großen Hel a n o p h o r e n ;
ventrale Darmkontur mit geschlossener Reihe strichförmiger Melanoph.; ventrale S c h w a n z k o n t u r ebenfalls
mit Melanoph.-Reihe; Stirn eher k o n v e x , Urostyl
gerade und spitz ........................................
Pholis gunel1us (Abb. 65)
IX B2
1) Larve insgesamt flächig pigmentiert, i n der dorsalen
Körperregion orientieren sich die M e l a n o p h . an den
Myomeren, ventral (im Bereich des D a r m e s ) sind sie
eher diffus verteilt, ab 10 mm Länge deu tlich
oberständiges Maul mit stark e n t w i c k e l t e m Unter­
kief er...................................... ............ .
Belone beione (Abb. 13)
2) Larve nicht flächig, eher schwach p i g m e n t i e r t ...... CI
1) Larve mit stark herabgezogenem Maul und bezahntem
Oberkiefer, nahe der Ventral- und Dorsalkontur des
Körpers auf jeder Myomere jeweils eine Melanophore.
Stomias boa ferox (Abb. 7)
2) Larve ohne an den Myomeren orientierte dorsale
Melanoph. ................................................ Dl
IX C2
1) Peritoneum mit einer doppelten Reihe von ca. 14
Melanoph.; ventrale Darmkontur stets ohne Mela­
noph.-Reihe; Urostyl deutlich nach oben gebogen ....
Lumpenus 1ampretaeformis (Abb. 66)
2) Melanoph. über dem Darm eher diffus, Maul groß,
schnabel ähnl ich .............. .................... .
ömmodytidae (Abb. 47-51)
IX Dl
1) Larve mit 3 großen Melanoph. auf der Körpermitte,
denen auf der anderen Seite 2 Melanoph. auf Lücke
gegenüberstehen ..................... ...................
Nansenia groenlandica (Abb. 3)
2) Larve ohne große stellate Melanoph. auf den Körper­
seiten ................................................... El
IX El
1) Larve mit 5 großen regelmäßig angeordneten Mela­
noph.-Paaren über dem Darm und einer großen ventra­
len Kontui—Melanoph. am Schwanz ........... ..........
Argentina sphyraena (Abb. 2)
2) Larve ohne deutliche Pigmentgruppen, Melanoph. eher
in Reihen oder diffus angeordnet ..................... Fl
IX Fl
1) Larve mit deutlich erkennbarer Schwimmblase ........ Gl
2) Larve ohne deutlich erkennbare Schwimmblase ........ G2
IX Gl
1) Dorsalflosse entwickelt sich auf Höhe des Anus;
Exemplare ab ca. 10 mm mit 4 bis 7 Melanoph. über
dem vorderen Darmbereich, später auch weiter nach
caudal erstreckend, Ventral flossen entwickeln sich
ab ca. 15 m m ........................ ............. .
Engraulis encrasicolus (Abb. 1: d) und i) )
2) Dorsalflosse entwickelt sich deutlich v o r dem Anus,
auf der Darmseite ist eine Me l a n o p h .- R e i h e zu erken­
nen, eine weitere Reihe in der S c h w a n z —Ventral kontur; ab ca. 18 mm Fettflosse deutlich z u erkennen ..
Osmerus eperlanus (Abb. 1: e> und j) )
IX G2
1) Larve mit einer Pigmentreihe über d e m Darm, bei
größeren Exemplaren (ab ca. 15 mm) a u c h eine weitere
Reihe in der Ventral kontur des Darmes ............. .
ClilEfiidafi (s. Abb. 1)
Weitere Identifizierung sicher nur ü b e r Myomerenzahl möglich (folgende Zahlen b e z i e h e n sich auf die
Anzahl von 1. Nackenmyomere bis zum A n u s ) :
35-37 Sprattus sprattus (Abb. 1: b) u n d g) )
41-42 Sardina p i 1chardus (Abb. 1: c) und h) )
46-47 CIupea harengus
(Abb. 1: a) un d f) )
Afrfri ,1?
Clupeidae, Engaulidae und Osmeridae
Länge 10 bis 1 2
mm
a) CIupea harengus L.
Farn. Clupeidae
b) Sprattus sprattus (L.)
Fam. Clupeidae
c) Sardina Pilchardus (Ualb.)
Farn. Clupeidae
d) Engraulis encrasicolus (L.)
Fam. Engaulidae
e) Osmerus eper1anus (L.)
Fam. Osmeridae
Länge 18,5 bis 2 1 , 0 mm
f) Clupea hsrengys L.
Fam. Clupeidae
g) Sprattus sprattus (L.)
Fam. Clupeidae
j) Osmerus eperlanus (L.)
Fam. Osmeridae
Abb. 2:
Argent ina sphyraena L.
Fam. Argentinidae
7,09 mm
Nansenia groenlandica (Reinhardt)
Fam. Microstomidae
5,28 mm
Abb. 4:
Bathylaaus spec.
Fam. Bathylagidae
7,90 mm
Abb. 5:
Maurolicus mul 1eri (Gmelin)
Fam. Gonostomatidae
15,0 mm
Abb. 7:
Stomias boa ferrox (Reinhardt)
Fam. Stomiatidae
14,80 mm
Abb. 8:
Paralepis spec♦
Fam. Paralepididae
Abb. 9:
Notolepis rissoi krdveri
Fam. Paralepididae
(Lütken)
29,30 mm
Abb. 10:
Myctophum punctatum (Rafinesque)
Fam. flyctophidae
Abb. 12:
Lampanvctus spec.
Fam. Myctophidae
10,0 mm
Abb. 13:
Bel one bel one (L.)
Fam. Belonidae
(nach RUSSEL 1976)
9,0 mm
14.0 mm
Abb. 14:
Familie der Sygnathidae
(nach EHRENBAUM 1905)
a) Sygnathus typhie L.
b) Sygnathus rostel1atus (Nilsson)
/^~Q
13 mm
c) Entelurus aeguoreus L.
12 mm
d) Nerophis ophidion L.
16 mm
A b b » 15:
Spinachia spinachia (L.)
Fam. Gasterosteidae
(nach RUSSEL 1976)
9.0 mm
Abb. 13:
Belone beione (L.)
Fam. Belonidae
(nach RÜSSEL 1976)
9,0 mm
14.0 mm
Abb. 14:
Familie der Sygnathidae
(nach EHRENBAUM 1905)
a) Sygnathus typhie L.
b) Sygnathus rostel latus (Nilsson)
S~Q13 mm
c) Ente!urus aeguoreus L.
12 mm
d) NeroPhis ophidion L.
16 mm
Abb. 15:
Spinachia spinachia (L.)
Fam. Gasterosteidae
(nach RÜSSEL 1976)
9,0 mm
Abb. 16:
Mer 1uccius mer 1uccius (L.)
Fam. Merlucciidae
Abb. 17:
Gadus morhua L.
Fam. Gadidae
4,5 mm
TrisoPterus luscus (L.)
Fam. Gadidae
Abb. 20:
I r U Q p U r m
Fam. Gadidae
sp
«c .
Abb. 21:
merlangus (L.)
Fam* Gadidae
Abb. 22:
Micromesist ius poutassou (Risso)
Fam. Gadidae
Abb. 23:
Pol 1achius virens (L.)
Fam. Gadidae
Abb. 24:
Pol 1achius pollachius (L.)
Fam. Gadidae
Abb. 25:
Gadiculus argenteus thori (Schmidt)
Fam. Gadidae
Brosme brosme (Ascanius)
Fam. Gadidae
(nach SCHMIDT 1905)
Abb. 27:
Phyçis blennoides (Brünnich)
Fam. Gadidae
(aus RUSSEL 1976)
4,3 mm
Abb. 28:
Mol va mol va (L.)
Fam. Gadidae
3 , 16 mm
4 , 2 9 mm
6 , 5 3 mm
Abb - 29?
H q 1.V3 dypterygia (Pennant)
Fam. Gadidae
(nach RUSSEL 1976)
Abb. 33:
Zeus faber L.
Fam. Zeidae
(nach RÜSSEL 1976)
Abb. 34:
Capros aper L.
Fam. Caproidae
(nach RÜSSEL 1976)
Abb- .351
Dicentrarchus 1afera* <L.)
Fam. Serranidae
(nach RÜSSEL 1976)
5,0 mm
6,0 mm
9,0 mm
Serranus cabrilla (L.)
Fam. Serranidae
(nach RÜSSEL 1976)
Abb. 37t
Trachurus trachurus (L.)
Fam. Carangidae
5,68 mm
8,65 mm
Abb. 38:
fly11m?
____
Fam. tlullidae
Abb- 39:
Spondyliosoma cantharus (L.)
Fam. Sparidae
(nach RUSSEL 1976)
5,3 mm
Abb. 40:
Cepola rubescens L.
Fam. Cepolidae
(nach RUSSEL 1976)
Abb. 41:
Ctenolabrus rupestris (L.)
Fam. Labridae
(a u. b) nach RUSSEL 1976)
3,7 mm
9,2 mm
Abb. 42:
Labrus mixtus L.
Labridae
5,60 mm
Abb. 45:
Creni1abrus mel o p s (L.)
Farn. Labridae (nach RÜSSEL 1976)
Abb. 46:
Centrolabrus exoletus (L.)
Fam. Labridae
(nach RÜSSEL 1976)
4,8 mm
Hyperopi us 1anceolatus (Lesauvage)
Fam. Ammodytidae
11.57 mm
Abb. 4 9 i
Hyperopi us immaculatus Corbin
Fam. Ammodytidae
10,50 mm
Abb. 50:
Ammodvtes marinus Raitt
Fam. Ammodytidae
(nach RUSSEL 1976)
6,0 mm
12,0 mm
3
D
16,0 mm
Abb. 51!
Ammodytes tobianos L.
Fam. Ammodytidae
(aus RUSSEL 1976)
11,8 mm
Abb. 52:
Trachinus vipera Cuvier
Fam. Trachinidae
Abb. 53:
Trachinus draco L.
Fam. Trachinidae
(nach RUSSEL 1976)
3,5 mm
Abb. 5 5 ;
Familie der Gobiidae
(nach RÜSSEL 1976)
a) Gobius njger L.
b) Gobius Paganel1us L.
c) Gobiusculus f1avescens (Fabr.)
11,0 mm
d) Pomatoschistus minutus
(Pallas)
*- „...
12,0 mm
e) Pomatoschistus norvegicus
(Collett)
12,2 mm
f) Pomatoschistus microps (Kroger)
10,0 mm
g) Pomatoschistus pictus (Malm)
12,0 mm
h) Aphia minuta (Risso)
11,0 mm
Abb. 56:
Buenia .ieffrevsii (Günther)
Fam. Gobiidae
8,0 mm
Abb. 57:
Cristal1oqobius 1inearis (Düben)
Fam. Gobiidae
4,0 mm
9,0 mm
11,2 mm
Abb. 58:
Lebetus spec.
Fam. Gobiidae
7,65 mm
Abb. 59:
Cal 1ionvmus 1vra L.
Fam. Cal1ionymidae
Abb. 60;
Cal1ionvmus reticulatus Valenciennes
Fam. Cal1ionymidae
(nach RUSSEL 1976)
Abb. 61:
Bl ennius ocel1aris L.
(nach RUSSEL 1976)
4,6 mm
Abb. 62:
Blennius pholis L.
Fam. Blenniidae
(nach RUSSEL 1976)
9,0 mm
18,35 mm
Abb. 65:
Pholis gunel1us (L.)
Farn. Pholidae
19.0 mm
Abb. 66:
Lumpenus lampretaeformis (Ualb.)
Farn. Lumpenidae
26,0 mm
27,5 mm
Abb. 67;
Farn. Carapidae
Abb. 68;
Mugj1 chelo (Risso)
Fam. Mugi1idae
(nach RÜSSEL 1976)
4 , 7 2 mm
Abb. 69:
Ätherina Presbyter L.
Fam. Atherinidae
(nach RÜSSEL 1976)
Sebastes viviparus Kriiger
Fam. Scorpaenidae
(a u. b nach RÜSSEL 1976)
16,2 mm
Abb. 71:
HelIcolenus dactvlopterus (Delaroche)
Fam. Scorpaenidae
5,1 mm
8,26 mm
Abb. 72:
Eutrigla gurnardus <L.)
Fam. Triglidae
Abb. 73:
Aspitriala cuculus (L.)
Fam. Triglidae
(nach RÜSSEL 1976)
Abb. 75:
Myoxocephalus scorpius (L.)
Fam. Cottidae
(a nach RÜSSEL 1976)
a)
7.5 mm
10,6 mm
Abb. 76:
IaufMlys buba)is (Euphrasen)
Fam. Cottidae
(nach RÜSSEL 1976)
Abb. 77:
TaMpM)M5 LÜ U s b p r a i (Collett)
Fam. Cottidae
(nach RÜSSEL 1976)
4,5 mm
Abb. 78:
Aaonus cataphractus L.
Fam. Agonidae
(a nach RUSSEL 1976)
Abb. 79:
CyclQPterus 1umpus L.
Fam. Cyclopteridae
<a-c nach RUSSEL 1976)
a)
6 15 inin
a)
5,5 mm
b)
c
d)
16,5 mm
Abb. 80:
Liparis 1iparis <L.)
Fam. Liparidae
Abb. 81:
Liparis montaa.ui (Donovan)
Fam. Liparidae
7,0 mm
3,72 mm
Abb. 82:
Psetta maxima (L.)
Farn. Bothidae
7,19 mm
‘-V
k“ *-.**1
Abb. S3t
Scophthalmus rhPflbMS (L*>
Farn. Bothidae
(nach RÜSSEL 1976)
-
10,77 mm
5,8 mm
Phryrnorhombus reaius (Bonnaterre)
Fam. Bothidae
a)
(a u. b nach RUSSELL)
4,7 mm
Abb. 86:
Zeugopterus punctatus (Bloch)
Fam. Bothidae
Abb. 88:
Lepidorhombus boscii (Risso)
Fam. Bothidae
3 . 60 mm
Abb. 89:
Arnoglossus laterna (Ualbaum)
Farn. Bothidae
Abb. 92:
Hippoglossus hippoglossus <L.)
Fam. PIeuronectidae
(nach RÜSSEL 1976)
Abb. 93:
Hippoglossoides p 1atessoides (Fabricius)
Fam. Pleuronectidae
15,56 mm
Abb. 94:
Limanda limanda (L.)
Fam. Pleuronectidae
4 , 6 2 mm
7 ,19 mm
Abb. 95:
PIeuronectes Platessa L.
Fam. PIeuronectidae
(nach RÜSSEL 1976)
Abb. 96t
Microstomus kitt (Ualbaum)
Fam. PIeuronectidae
4.95 mm
8,25 mm
Abb ♦98;
Plathichthvs f1esus (L.)
Fam. PIeuronectidae
(nach RUSSEL 1976)
3,8 mm
Abb. 99:
Solea sole« (L.)
Fam. Soleidae
4 ,42 mm
Peausa 1ascaris (Risso)
Fam. Soleidae
(nach RÜSSEL 1976)
Afrb- IQLU
Buglossidium luteum (Risso)
Fam. Soleidae
(nach RÜSSEL 1976)
Abb. 102?
Microchirus variegatus (Donovan)
Fam. Soleidae
4 ,2 mm
Lepadogaster 1epadogaster (Bonnaterre)
Fam. Gobiescocidae
(nach RÜSSEL 1976)
Abb.^lQ4j
Lepadogaster candollei Risso
Fam. Gobiescocidae
(nach RÜSSEL 1976)
Abb. 105:
Diplecogaster bimaculata (Bonnaterre)
Fam. Gobiescocidae
(nach RÜSSEL 1976)
i P P h m Piscatorius L.
Fam. Lophiidae
Literaturverzeichnis
EHRENBAUfl, E., 1905-1909: Eier und Larven von Fischen.
In: E. Ehrenbaum u. H. Lohmann, 1905-1910: N o r d i s c h e s
Plankton, Zool. Teil, Bd. I, Teil 1. Lipsius & T is c h e r ,
Kiel und Leipzig, S. 1-413
RUSSELL, F.S., 1976: The eggs and planktonic stages of B r i t i s h
marine fishes. Academic Press, London, Neu York, San
Francisco, 524 S.
Liste der abgebildeten Arten
Artname
Agonus cataphractus
Ammodytes marinus
tobianus
Ammodyt idae
Aphia minuta
Argentina sphyraena
Argyrope1ecus spec.
Arnoglossus imperialis
"
laterna
"
thori
Aspitrigla cuculus
Atherina presbyter
Bathylagus spec.
Belone belone
Benthosema glaciale
Blennius gattorugine
"
ocellaris
"
pholis
Brosme brosme
Buenia jeffreysii
Buglossidium luteum
Cal 1ionymus 1yra
"
reticulatus
Capros aper
Centrolabrus exoletus
Cepola rubescens
Chirolophis ascanii
Clupea harengus
CIupeidae
Coris julis
Crenilabrus melops
Cristal 1ogobius linearis
Ctenolabrus rupestris
Cyclopterus lumpus
Dicentrarchus labrax
Dipl ecogast er bimaculata
Echiodon drummondi
Abb.Nr.
78
50
51
47-51
55
2
6
91
89
90
73
69
4
13
11
63
61
62
26
56
101
59
60
34
46
40
64
1
1
43
45
57
41
79
35
105
67
Deutscher N a m e
Steinpicker
Kleiner S a n d a a l
Tobiasf i s c h / S a ndspi er 1 ing
Sandaale
Gla s gr u nd e 1
Glasauge
Si 1b er b ei 1
Lammzunge
Seekuckuck
Ahrenfisch
Kl einmaul
Hornhecht
Laternenf isch
Gestreifter Schlei mf i sc h
Seeschmetter 1 ing
Schan
Lumb
Jeffrey’sehe Grundel
Zuergzunge
Leierf i sch
Gefleckter L e i e r f i s c h
Eberf isch
Kl einm äuliger Lippfisch
Roter B a n d f i s c h
Stachel r ü c k e n
Hering
Her ingsart i g e
tleer j unker
Goldmaid
Kristal 1 g r u n d e l
Klippenbarsch
Seehase
Uolfsbarsch
Ansauger
Eingeueidef i s c h
Engraulis encrasicolus
1
Entelurus aequoreus
14
Eutrigla gurnadus
72
Gadiculus argenteus thori
25
Gadus morhua
17
Gaidopsaurus spec.
32
G1yptocephalus cynoglossus
97
Gobius niger
55
"
pagane11 us
55
Gobiusculus flavescens
55
Gobi idae
55-57
47
Gymnammodytes semisquamatus
71
Helicolenus dacty1opterus
93
Hippoglossoides platessoides
92
Hippoglossus hippoglossus
49
Hyperoplus immaculatus
48
"
lanceolatus
44
Labrus bergylta
42
"
mixtus
12
Lampanyctus spec.
58
Lebetus spec.
58
scorpioides
58
"
gui11ett i
104
Lepadogaster candollei
103
"
lepadogaster
88
Lepidorhombus boscii
87
"
"
whiffiagonis
94
Limanda 1imanda
80
Liparis liparis
81
"
montagui
106
Lophius piscatorius
66
Lumpenus 1ampretaeformis
5
Maurolicus mulleri
18
Melanogrammus aeglefinus
21
Nerlangius merlangus
16
Merluccius merluccius
102
Hicrochirus variegatus
22
Micromesistius potassiou
96
Hicrostomus kitt
29
Molva dypterygia
28
Molva molva
68
Mugil chelo
38
flu 1 1us surmu 1etus
10-11
Myctophidae
10
Myctophum punctatum
75
Myoxocephalus scorpius
3
Nansenia groenlandica
14
Nerophis ophiodon
Notolepis (Arctozenus) rissoi
9
krdyer i
31
Onos spec.
1
Osmerus eperlanus
8
Paralepis spec.
100
Pegusa lascaris
65
P h o 1 is gun e11 us
85
Phrynorhombus norvegicus
84
”
"
regius
27
Phycis blennoides
Sard el1e
Große Schla n ge n na d el
Grauer K n u r r h a h n
Si 1berdorsch
Kabel j a u / D o r s c h
Seequappe
Rot zunge
Schuarzgrunde 1
Pagane 1 1g r ü n d e 1
Schwimmgrunde 1
Grundeln
Nackt sandaal
Bl aumaul
Doggerschabe
Heil butt
Sandaal
Großer Sandaal
Gefleckter L i p p f i s c h
Lippf isch
Leuchtsardine
Grundel
li
ll
Ansauger
Saugf isch
Flügelbutt
Flügelbutt / S c heefsnut
Kl iesche
Scheibe nbauch
Kleiner S c h e i b e n b a u c h
Seeteuf el
Spitzschuänz i g e r Bandfisch
Lachsher i ng
S ch e l1f isch
U i t t 1ing
Seehecht
Zuergzunge
Blauer Uitt 1 i r»g
Limande
Blauleng
Leng
Dicklippige M e e r ä s c h e
Meerbarbe
Leuchtsardinen
Leuchtsardine
Seeskorpion
Tief seest int
Kleine Schla ng e nn a de l
Lachsspierl i n g
Seequappe
Stint
Barakud i na
Sandzunge
But t erf isch
Zuergbut t
li
Gabeldorsch
Platichthys flesus
Pleuronectes platessa
Pollachius pollachius
virens
Pomatoschistus microps
"
"
minutus
Pomatoschistus norvegicus
Pictus
Psetta maxima
Raniceps raninus
Sardina pilchardus
Scomber scombrus
Scophthalmus rhombus
Sebastes spec.
Serranus cabr ilia
Solea solea
Spinachia spinachia
Spondy1iosoma cantharus
Sprattus sprattus
Stomias boa ferox
Sygnathidae
Sygnathus rostellatus
"
typhle
Taurulus bubalis
"
1i11j eborgi
Trachinus draco
vipera
Trachurus trachurus
Trigla lucerna
Triglidae
Trisopterus luscus
"
esmarcii
"
minutus
Zeugopterus punctatus
Zeus faber
98
95
24
23
55
55
55
55
82
30
1
54
83
70
36
99
15
39
1
7
14
14
14
76
77
53
52
37
74
72-74
19
20
20
86
33
FI under
Schol le/Gol dbutt
Steinköhl e r
Köhl er
Grundel
Zuerggrunde 1
Grundel
Fl ec k e n g r u n d e l
Steinbut t
Froschdorsc h
Sardine
Makrele
Glattbutt
Rotbarsch
Sägebarsch
Seezunge
Seest ich 1 i n g
Streifenbrassen
Sprotte
Schuppen-D r ac h en f is c h
Se enade1n
Kleine S e e n a d e l
Se e nade1
S eebul1
Zuergbul 1
Petermännchen
Viperqueise
Stöcker
Roter K n u r r h a h n
Knurrhähne
Franzosendorsch
St i n t d o r s c h
Z u e r g d o rs c h
Haarbut t
H er i ng s kö n i g
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